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quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Guardas municipais ameaçam fazer greve por votação da lei do armamento

Decisão é para pressionar os vereadores

O DIA
Rio - Cerca de 350 guardas municipais e sindicalistas se reuniram na noite desta terça-feira, na Central do Brasil, e decidiram entrar em ‘estado de greve’ — podem parar o serviço a qualquer momento. A decisão seria um forma de pressionar os vereadores para que a lei federal, sancionada em 20 agosto pela presidenta Dilma Rousseff, que permite que guardas municipais utilizem armas de fogo, entre em vigor no Rio de Janeiro.
Cabe aos municípios decidir se os agentes poderão usar armamento letal, mas a Prefeitura do Rio optou por não ter uma guarda armada. “Somos a favor do armamento, pois o guarda municipal é muito exposto. Ele se envolve em conflitos com ambulantes e no trânsito, além de pequenos delitos. Precisa de proteção”, afirmou Rogério Chagas, presidente da Federação Nacional das Entidades Sindicais do Brasil.
A Guarda Municipal informou que" o Rio optou por não armar seus agentes e que já existe um trabalho coordenado entre a corporação e as demais forças de segurança, com funções bastante claras e definidas. Esse trabalho realizado em conjunto com as forças policiais funciona hoje de forma bastante satisfatória e tem contribuído para garantir o bem-estar do cidadão".

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