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quinta-feira, 18 de abril de 2013


Secretaria de Segurança Comunitária debate parceria com a Força Nacional

16/04/2013 18:33

Secom Maceió
O comandante da Força Nacional de Segurança Pública (FNSP) em Alagoas, capitão Edson Gondim, esteve na manhã desta terça (16), na sede da Secretaria Municipal de Segurança Comunitária e Cidadania (Semsc) para propor ao secretário Edmilson Cavalcante a criação de uma parceria entre os órgãos.
O capitão sugeriu realizar um trabalho conjunto com o efetivo da guarda na fiscalização do Posto de Policiamento localizado nas proximidades do Alagoinhas – que fica na divisão entre os bairros de Pajuçara e Ponta Verde- e que hoje está ocupado pela Força Nacional. O objetivo é que a Guarda Municipal possa atuar na prevenção de crimes na orla de Maceió.
Para o secretário, a criação da parceria é muito importante para que o órgão, por meio da Força Nacional, possa auxiliar com a segurança do local.
Outro assunto discutido foi a possibilidade da parceria se estender a treinamentos específicos para a Guarda Municipal de Maceió (GMM), com o auxílio de profissionais da FNSP. “A requalificação de parte considerável do efetivo da GMM será essencial. Agora, estamos em fase de planejamento. Esperamos que nos próximos 30 dias possamos iniciar as atividades”, falou.

6/04/2013 - 17:48
GMA cria grupamento de rondas nos terminais
Objetivo é garantir a segurança e coibir o tráfico de drogas
Viaturas atuam nos terminais no horário entre 16h e 0h (Foto: Rogério César)
Com o intuito de prevenir e reprimir delitos cometidos nos terminais de integração, a Guarda Municipal de Aracaju (GMA) criou a RONDAC (Rondas da Capital), responsável por garantir a segurança e coibir o tráfico de drogas dentro dos terminais de integração da capital.
Além de, principalmente, atender os apelos dos usuários do transporte público, a RONDAC surgiu ainda para acatar diretriz da secretária de Defesa Social e Cidadania, Georlize Teles, baseada em dados estatísticos da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP/SE), através da divisão de combate a assaltos a ônibus.
Desde o último dia 9, duas viaturas da GMA, com um efetivo de oito homens, atuam nos terminais no horário entre 16h e 0h.
De acordo com o Diretor da GMA, coronel Enilson Aragão, o maior cuidado será empregado no Terminal de Integração do D.I.A. devido às constantes reclamações da população e por estar estrategicamente localizado, dando vazão às diversas áreas de nossa capital. Outro terminal que merece grande atenção é o da Avenida Maracaju, onde foram realizadas diversas apreensões de armas.
A ação visa também que a população aracajuana tenha na Guarda Municipal mais que um agente de segurança, mas um amigo em quem possa solicitar uma orientação, uma dica de segurança.
Prisões e apreensões
Como resultado deste trabalho, foi preso no último dia 12, no Terminal D.I.A, Bruno Gonçalves, acusado de tráfico de drogas. Com ele foram encontradas pedras de crack as quais estavam sendo vendidas no banheiro do terminal. Na noite do dia 13, no Terminal Maracaju, após denúncias dos usuários, a RONDAC prendeu dois indivíduos que estavam armados com facas.
Em sete dias de atuação já foram apreendidas diversas facas, pedras de crack e trouxas de maconha. Diversas pessoas foram presas e adolescentes apreendidos. Após a implementação das rondas nos terminais, o número de delitos tem apresentado grande redução.
Fonte: AAN

Adiada votação sobre armas para Guarda Municipal de Campo Grande


Projeto de emenda à Lei Orgânica está em curso desde o início de 2013.
Efetivo da corporação em Campo Grande é de 1,3 mil agentes.

Do G1 MS

tópicos:
Os vereadores de Campo Grande devem votar, na próxima quinta-feira (18), o projeto que libera o uso de armas de fogo pela Guarda Municipal. O texto estava na pauta nesta terça-feira (16), mas a votação foi adiada.

A proposta de emenda à Lei Orgânica do município está em curso desde o início de 2013. Pelo menos 24 dos 29 vereadores estariam favoráveis a aprovação do projeto.
"Isso é um exemplo que tem dado certo em outros municípios, a sociedade clama por mais segurança. Com eles [guardas] preparados, com trabalho psicológico, eu acho que Campo Grande ganha muito em segurança pública no sentido todo", disse o presidente da Câmara Municipal de Campo Grande, Mário César (PMDB).

O efetivo da Guarda Municipal em Campo Grande é de 1,3 mil agentes. Eles são os responsáveis pela segurança de prédios e praças públicas e não usam revólveres. Para o vice-presidente do Sindicato dos Guardas Municipais, Alberto da Costa Neto, liberar o porte para esses profissionais vai permitir que eles trabalhem com mais segurança e eficiência.

"O guarda traz uma segurança para a população e para si mesmo. Sem uma arma de fogo, você não tem uma segurança nem para si e nem para o próximo", afirmou.

 

6/04/2013 18h08 - Atualizado em 16/04/2013 18h08


Objetivo é retirar dos locais pessoas que ofereçam riscos à população.
Segundo levantamento da Assistência Social, há 158 moradores de rua.

Do G1 São Carlos e Araraquara

A Guarda Municipal de Araraquara (SP) iniciou há duas semanas um trabalho de pacificação nas praças da cidade. O objetivo é retirar desses locais pessoas com passagem pela polícia que ofereçam riscos à população. O primeiro local atendido foi a praça do bairro do Carmo e na Praça do Faveral, no Jardim Santa Angelina, onde guardas encontraram armas escondidas.

Segundo levantamento da Secretaria de Assistência Social, na cidade há 158 moradores de rua, que circulam em praças e nas principais avenidas. De acordo com o coordenador da Guarda Municipal, tenente Rudi Bauer, muitos deles possuem residência fixa e causam problemas aos moradores.

“Os problemas são diversos e graves. Eles não são moradores de rua, têm residência fixa, porém ficam no ócio nas praças, exigindo, até mesmo extorquindo dinheiro das pessoas. Dessa forma eles compram droga e álcool, que utilizam na própria praça, e isso tem afastado as famílias da praça. As famílias evitam práticas de lazer nas praças porque boa parte e quase maioria tem passagem pela polícia ou são egressos de presídios”, comentou o tenente.
Araraquara possui 158 moradores de rua, segundo levantamento (Foto: Reprodução/EPTV)Araraquara possui 158 moradores de rua, segundo
levantamento (Foto: Reprodução/EPTV)
Na Praça do Faveral, no Jardim Santa Angelina, objetos que podem ser usados como armas foram apreendidos recentemente. “Foram duas barras de ferro e algumas facas que estavam escondidas na folhagem para um possível uso em uma situação de furto, roubo”, disse Bauer.

Segundo o coordenador, moradores de rua que não oferecem riscos e ficam caracterizados pela mendicância devem ser encaminhados para a Secretaria de Assistência Social. “Pedimos o apoio e o bom senso das pessoas para saber a quem elas devem ajudar”, explicou
.

PC E GM DE GOIANIA


18/04/2013 08h53 - Atualizado em 18/04/2013 08h53

Polícia e Guarda Municipal iniciam ação contra morte de morador de rua

Força-tarefa também vai combater o tráfico de drogas nas ruas da capital.
Desde agosto, 29 pessoas em situação de rua morreram na Grande Goiânia.

Do G1 GO com informações da TV Anhanguera
4 comentários
A Polícia Civil, a Superintendência de Polícia Judiciária e a Guarda Municipal começaram uma força-tarefa para evitar a morte de novos moradores de rua, emGoiânia, na noite de quarta-feira (17). Para isso, será reforçado o combate ao tráfico de drogas,  que, conforme as autoridades goianas, é o principal motivo dos assassinatos. A Grande Goiânia registrou 29 mortes de moradores de rua nos últimos oito meses, segundo a Delegacia Estadual de Investigação de Homicídios
Na primeira noite da ação, um traficante de 21 anos foi preso em flagrante. Segundo o titular da Delegacia Estadual de Repressão a Narcóticos  (Denarc), Odair José, ele é morador de rua e vende drogas na Praça do Trabalhador. O rapaz era monitorado há duas semanas pelos policiais. Com ele foram apreendidas pedras de crack, dinheiro e facas. O homem estava vendendo entorpecentes para um adolescente de 15 anos e uma mulher, que também foram detidos e levados para a Denarc.

Ação
“Ele é um traficante em situação de rua. Assim, ele fica mais exposto. Se fica devendo outro traficante, fica muito mais fácil de ele ser morto porque não tem um teto”, argumenta Odair José.
A operação mobilizou seis delegados, seis agentes de polícia e mais de 25 policiais. O grupo atuou no Centro de Goiânia, onde foi registrado o maior número de mortes de moradores de rua, 9 assassinatos. No entanto, as equipes vão passar por outros 24 pontos da capital que concentram pessoas nessa situação.
Segundo a Polícia Civil, a operação deve ser feita durante um mês. Nesse período, os investigadores querem pegar os dados cadastrais de pelo menos 30 moradores de rua a cada turno de trabalho.

“Queremos saber quem é este morador, há quanto tempo ele está na rua, de onde ele vem, qual a relação parental, quem seria o traficante fornecedor”, informou o delegado Carlos Caetano, da Delegacia Estadual de Investigação de Homicídios. Para ele, a ação também pode ajudar em inquéritos. “Isso vai facilitar futuras investigações e até a dos crimes que já ocorreram”, declarou.
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