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segunda-feira, 29 de abril de 2013

Polícia do Rio detém 5 adultos e 1 jovem acusados de neonazismo


A Polícia Civil investiga denúncias contra seis acusados de serem neonazistas. O grupo de cinco homens e um adolescente foi detido no sábado, em Niterói, quando atacava com facas e taco de beisebol um nordestino. Eles foram indiciados por lesão corporal, formação de quadrilha, corrupção de menores, intolerância de cor, raça, etnia, religião e origem, e divulgação de símbolos do nazismo.
Natural do Rio Grande do Norte, Cirley Santos, de 33 anos, procurava emprego, no centro de Niterói, quando foi atacado. Ele levou um soco no rosto de um homem que o chamava de "nordestino de merda". Pedestres que passavam pelo local tentaram impedir a agressão e a Guarda Municipal foi chamada.
Os acusados vestiam camisetas com alusão ao nazismo. Quatro deles tinham a cabeça raspada. Alguns deles tinham a suástica ou outros símbolos nazistas tatuados no corpo. A delegada Helen Sardenberg, da 77.ª Delegacia de Polícia, informou que vai investigar denúncias de que teriam cometido outras agressões na cidade. Foram presos Thiago Borges Pita, de 28 anos, Carlos Luiz Bastos Neto, de 33, Caio Souza Prado, de 23, Davi Ribeiro Morais, de 39, e Philipe Ferreira Ferro Lima, de 21.

Furto interrompe atendimento em centro de saúde de Campinas


Crime ocorreu durante nesta segunda-feira (29) no Jardim Fernanda.
Suspeitos arrombaram a porta e levaram equipamentos da unidade.

Centro de Saúde de Jardim Fernanda, em Campinas (SP), suspendeu o atendimento na manhã desta segunda-feira (29), após o registro de um furto de equipamentos da unidade. O crime ocorreu durante a madrugada.

Segundo a Guarda Municipal, os suspeitos arrombaram uma porta e levaram o monitor de computador e aparelhos de uso médico. A ação foi percebida pelo vigia, quando chegou para trabalhar no período da manhã.

Segundo a Secretaria de Saúde, as atividades no centro retornam no período da tarde.

Guardas municipais vão se unir na região

Segundo comandante José Roberto Ferraz, objetivo é firmar cooperação entre as cidades do AglomeradoAGÊNCIA BOM DIA
Representantes das Guardas Municipais dos municípios que integram a AUJ (Aglomeração Urbana de Jundiaí) firmaram um termo de cooperação técnica. O objetivo é a integração das equipes na área de segurança pública, conforme o interesse de cada município.
O comandante da Guarda Municipal de Jundiaí, delegado José Roberto Ferraz, explicou que este trabalho integrado está previsto na lei que criou a AUJ.

“A ideia principal é a troca de informações e experiências, no monitoramento, tecnologia de informação, formação e capacitação dos guardas, treinamento, convênio e até finanças. Tudo que for de interesse das Guardas”, destacou o comandante Ferraz, lembrando que o grande ganho será melhorar a troca de informações. “O termo de cooperação não vai gerar custo nenhum, apenas legaliza a forma de trabalhar”, explicou.
Ação que já teve início, em fase de teste, entre a Guarda Municipal de Jundiaí e as corporações de Indaiatuba, Vinhedo e Itatiba. “É um sistema online que permite troca de informação entre as Guardas em tempo real sobre furto, roubo de veículo, de carga, veículos clonados e outros dados criminais”, explica Ferraz.
Em uma semana o trabalho já apresentou bons resultados. “Os monitoramentos de cada cidade permitem a troca de informação. Foram identificados em outras cidades três veículos roubados e dois clonados em Jundiaí.”
Além das cidades da AUJ, participaram da reunião, como convidados, Itatiba, Caieiras, Franco da Rocha e Amparo. Estes municípios não precisaram assinar o termo de cooperação, mas poderão participar da integração.

'Se fosse à noite, estaria morto', diz agredido por neonazistas no RJ


Ele teme uma possível vingança de amigos dos presos.
Segundo a vítima, grupo já se envolveu em outras agressões.

Alba Valéria MendonçaDo G1 Rio
591 comentários
Homem afirma ter sido agredido por grupo neonazista (Foto: Reprodução/TV Globo)Homem afirma ter sido agredido por
gruponeonazista (Foto: Reprodução/TV Globo)
O nordestino de 33 anos agredido por um grupo neonazista, em Niterói, na Região Metropolitana do Rio, na sábado (27), diz que está com medo de sofrer novas agressões e teme virar alvo fácil nas mãos dos amigos de um dos integrantes do grupo, preso pouco depois das agressões. Ele acha que os amigos de Thiago Borges Pita vão querer vingá-lo e ele teme morrer.
 “Estou com medo de sair às ruas. Fui agredido (no sábado), do nada, quando estava olhando uma banca de jornais, na Praça Arariboia, em Niterói. Não percebi a aproximação deles, que gritaram ‘nordestino de merda’, me deram um soco e fizeram uma saudação nazista. Isso, às 10h, na frente de todo mundo, quando havia uma umas oito pessoas na banca. Se fosse à noite, eles poderiam ter me sequestrado, torturado e matado. Só não foram adiante porque as pessoas começaram a gritar, chamando atenção dos guardas municipais, que fecharam o carro deles para que eles não fugissem. Foi tudo muito rápido”, relembrou a vítima.
“Eles estão presos, mas nem por isso estou mais tranquilo. O grupo é grande, tem mais gente em São Gonçalo, em Niterói e no Rio. Deve ter mais uns 18 deles em São Gonçalo e agem há muito tempo. Há uns três anos uma menina foi agredida na Praça Zé Garoto. E em 2010, eles espancaram até a morte o adolescente de 14 anos (Alexandre Thomé Ivo Rajão). Alguns foram presos, mas outros continuam aí agredindo as pessoas”, afirmou o jovem nascido em Natal, no Rio Grande do Norte.Ele conta que, por causa do alarme das pessoas, levou apenas um soco, que acabou quebrando os óculos escuros que usava, mas que não chegou a se ferir. A vítima conta que foi reconhecido por Thiago, que, como ele, é morador de São Gonçalo, também Região Metropolitana do Rio.
Eles me deram um soco e fizeram a saudação nazista. Isso, às 10h, na frente de todo mundo"
Vítima
Para sua proteção, a vítima diz que vai mudar seus hábitos. Admirador de jazz, ska e outros tipos de música negra e frequentador de bares que tocam essas músicas na Lapa, no Centro do Rio, ele diz que vai buscar novos lugares para se divertir.
“Esses neonazistas são pessoas de classe média, que frequentam bons lugares. Agora, não vou andar mais sozinho e vou frequentar lugares mais populares, mais povão. Vou deixar de frequentar a Lapa, onde sempre tem alguns deles rondando e vou ficar de pé atrás. Não quero arriscar minha segurança, minha vida. Eles são perigosos e podem matar”, disse o agredido.
No sábado (27), segundo um guarda municipal, após impedirem que o rapaz continuasse a ser agredido, testemunhas acusaram o grupo neonazista detido de outras agressões em Niterói.
Crime de racismo e apologia ao nazismo
De acordo com a delegada adjunta da 77ª DP (Icaraí), Helen Sardenberg, que registrou o caso, os presos Thiago Borges Pita, 28 anos, Carlos Luiz Bastos Neto, de 33, Caio Souza Prado, 23, Davi Ribeiro Morais, 39, e Philipe Ferreira Ferro Lima, 21, vão responder pelos crimes de intolerância de cor, raça, etnia, religião e origem; fabricação, comercialização ou veiculação de símbolos, ornamentos, distintivos ou propaganda que utilizem a cruz suástica ou a gamada para fins de divulgação do nazismo; lesão corporal; formação de quadrilha; e corrupção de menores. Segundo a delegada, a junção de todos os crimes os torna inafiançáveis.
O crime ocorreu na Praça Araribóia, nas proximidades da estação das barcas, uma das regiões mais movimentadas do município fluminense. O grupo neonazista foi preso por guardas municipais, que foram chamados por pedestres quando viram o grupo indo em direção à vítima com facas e um taco de beisebol. Uma multidão se formou em volta dos jovens para impedir que a agressão continuasse. A delegada que registrou o caso, informou que os jovens vestiam camisas com inscrições de um grupo neonazista e tinham tatuagens com o símbolo da suástica. 
"Só não espancaram a vítima por que era de dia. A população agiu rapidamente chamando a guarda municipal", disse a delegada.
Neonazistas foram detidos neste sábado em Niterói após agressão a um nordestino (Foto: Ana Paula Santos / TV Globo)Neonazistas foram detidos neste sábado em Niterói (Foto: Ana Paula Santos / TV Globo)

Após ameaçar mãe com faca, rapaz atira em três guardas no Paraná


Situação aconteceu neste domingo (28), em Fazenda Rio Grande.
Segundo unidade de saúde, homem é usuário de crack.

Um homem de 31 anos atirou em três guardas municipais após ameaçar a mãe com uma faca na madrugada deste domingo (28) em Fazenda Rio Grande, na Região Metropolitana de Curitiba. De acordo com o diretor da guarda do município, Vendite Lázaro, os guardas foram acionados por volta da 1h para prestar apoio à ambulância Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). O diretor da guarda contou que o rapaz estava ameaçando a mãe com uma faca em casa, no bairro Santa Terezinha, e que a equipe da ambulância e os guardas o convenceram a ser conduzido para a Unidade de Saúde 24 Horas da cidade.
 
“Na hora da medicação, ele ficou agressivo. Ele estava algemado, mas estragou a algema e escapou. Os guardas já estavam indo embora, até que alguém gritou pedindo para que eles voltassem. Ao voltarem, foram surpreendidos e houve uma luta corporal. Ele pegou a arma de um dos guardas e feriu os três”, relatou. Os três guardas foram atingidos na perna e encaminhados para hospitais, em Curitiba e em Campo Largo, na Região Metropolitana da capital paranaense. Todos já foram liberados e passam bem.
O homem foi levado para a Delegacia de Fazenda Rio Grande. Ele foi preso em flagrante pelo de crime de homicídio simples tentado e ficará detido até manifestação do juiz. Segundo a Polícia Civil, o rapaz estava alterado e começou a discutir com a mãe porque queria consumir drogas.

O posto de saúde informou que foi aplicada uma medicação com calmantes no homem, pois ele estava agitado. Ainda conforme a unidade de saúde, o rapaz é usuário de crack
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gm de volta redonda


Comandante da GM de Volta Redonda que é Major da PM prende PM por desacato e desobediência

segunda-feira, 29 de abril de 20130 comentários


Major Luiz Henrique Monteiro : prende PM por desacato e desobediência


Natacha Prado
natacha.prado@diariodovale.com.br
Volta Redonda

Uma confusão no fim da tarde de ontem (25) entre o proprietário de uma agência de veículos, de 37 anos, na Rua Santa Terezinha, no bairro Niteroi, e um agente da Guarda Municipal terminou com a prisão de um terceiro sargento, lotado no 28º BPM (Batalhão de Polícia Militar). O impasse teria começado quando um agente da GM teria solicitado a retirada de um dos veículos da loja que estava estacionado irregularmente nas proximidades. A prisão foi possível por o comandante da GM, que deu a voz de prisão, ser major da Polícia Militar.

De acordo com o comandante da GM, o major Luiz Henrique Monteiro Barbosa, ele teria saído da sede do órgão para resolver uma questão sobre o estádio Raulino de Oliveira, quando foi avisado que um agente estava sendo desrespeitado.

- Quando cheguei à agência, o GM me contou que estava somente orientando os responsáveis para retirar o veículo do local, já que a imprudência além de infração prejudica o trânsito na área. Além disso, ele ainda falou que o proprietário teria o ofendido com palavras ofensivas. Isso não pode acontecer, já que o funcionário estava no exercício da sua função - explicou.

O apoio da supervisão da PM, segundo o comandante, também foi solicitado para auxiliar na solução do tumulto. Luiz Henrique completou que no momento da abordagem ao responsável, utilizou de uma postura respeitosa para informá-lo das medidas que seriam tomadas.

- Falei com ele que era necessário o comparecimento na delegacia para esclarecer os fatos. Ele disse que não iria porque a ocorrência não aconteceu conforme o relato do GM. Informei novamente, que a minha função era encaminhar os envolvidos para prestar depoimento - acrescentou.

O sargento da PM, de acordo com Luiz Henrique, interrompeu a conversa falando que o responsável pela loja não iria para a delegacia. Além disso, o policial ainda teria desobedecido às ordens do major, que possui patente superior na hierarquia da Polícia Militar.

- Infelizmente tive que imobilizar o proprietário da agência. Em nenhum momento houve agressão física. Provavelmente ele deve ter ficado com algumas marcas, porém nada teria sido necessário se não houvesse resistência. Além disso, ainda tive que dar voz de prisão ao PM por desacato e desobediência - falou.

O comandante do 28º BPM, tenente coronel Igor Magalhães, segundo Luiz Henrique, foi comunicado sobre o fato e o seu desdobramento.

- Fomos para a delegacia e toda a história foi esclarecida. O delegado titular analisou as imagens capturas pelo monitoramento do local. Realmente o vídeo mostrou que eu tive que imobilizar o proprietário da agência. Minha vontade foi resolver de forma amistosa, porém não foi possível - pontuou.

Registro de ocorrência

O delegado titular da 93ª (Volta Redonda), Antônio Furtado, explicou que após os depoimentos, o responsável pela agência de automóveis foi indiciado pelos crimes de desobediência, ameaça e desacato.

- A soma dos crimes pode alcançar três anos e seis meses de reclusão, porém a pessoa pode responder em liberdade. Já o PM foi indiciado por desacato e desobediência, pena de três anos. Além disso, ele também ficou preso administrativamente no próprio batalhão por ter desrespeitado seu superior - esclareceu.

PM

O subcomandante do 28º BPM, Wagner Cavalcanti, explicou que o policial foi preso administrativamente, porém foi liberado nesta manhã (26), após ter sido ouvido pelo comandante.

- Agora será instaurado um inquérito policial militar, com o objetivo de avaliar a conduta do agente. Esse procedimento é diferente do desenvolvido pela Polícia Civil. O agente já foi autorizado a retomar as atividades de trabalho - pontuou.

Fonte: http://diariodovale.uol.com.br

JOVEM DESACATA AUTORIDADE 27-04-2013

http://youtu.be/OM0K3h3_y4E

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