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quinta-feira, 27 de junho de 2013

Guarda Municipal se arma com tecnologia

GM de Jundiaí compra dez armas de choque, ao custo de R$28,7 mil, e reforça seu equipamento não letalFÁBIO PESCARINI
jornalismo@bomdiajundiai.com.br
A Guarda Municipal de Jundiaí anunciou a compra de dez armas de choque, ao custo de R$ 28,7 mil, previstas para chegarem à corporação em três meses, tempo suficiente para aprendizado e treinamento para se usar o novo equipamento.

As pistolas, modelo Spark, são produzidas pela marca nacional Condor, têm alcance de até dez metros, podem fazer dois disparos seguidos, e vão substituir as de modelo Taser, que deveriam ter chegado há um ano, mas tiveram a sua compra cancelada pela Guarda, depois que o brasileiro Roberto Laudisio Curti, 21 anos, foi morto em março de 2012 pela polícia de Sydney, na Austrália, que usada o equipamento.

Equipamentos / As novas armas de choque se juntam ao armamento não letal já disponível pela Guarda, composto por bombas de efeito moral e de gás de pimenta, com disparadores, e rifles para disparos de balas de borracha. Esse armamento foi usado uma única vez, durante uma tentativa de invasão a área pública no Fazenda Grande, mas sem vítimas.

“É nosso penúltimo recurso [o último são armas letais], para ser usado quando há risco muito grande e já se esgotaram todas as formas de negociação”, afirma Cláudio Ferigato, inspetor e coordenador operacional da GM, que no próximo mês irá ao Rio de Janeiro fazer um curso para se tornar instrutor no uso da Spark. “Serei um agente multiplicador”, explica.

Ferigato já é formado em tecnologia não letal e outros dois ou três GMs deverão estar especializados em breve também.

Apesar de ter usado os equipamentos não letais apenas uma vez, guardas municipais de Jundiaí passaram por recente treinamento com oficiais do Exército no 12º GAC (Grupo de Artilharia e Campanha). “Foi um ótimo exercício”, diz.

Escola / Onze novos guardas municipais de Cabreúva, cidade integrante do Aglomerado Urbano de Jundiaí, foram formados este mês pela GM de Jundiaí. E entre aulas de defesa pessoal e tiro, aprenderam a usar armas não letais.

Para o próximo semestre, de acordo com nota divulgada pela Prefeitura de Jundiaí em seu site ontem, está programada a formação de 30 novos guardas de Caieiras.

MAIS

Curso de formação para a região é referência
Segundo o comandante José Roberto Ferraz, da Guarda Municipal, o curso de instrução e formação tem por objetivo motivar e valorizar atitudes de cidadania, cooperação e respeito às leis.

Vizinhos aprendem sobre preservação ambiental
Os GMs de Cabreúva também passaram por uma aula prática de campo, ao conhecerem a Serra do Japi. A jornada teve início na Base Ecológica e seguiu até o Posto Avançado 11.

270 
É o número de GMs na cidade de Jundiaí

Exército precisa autorizar o uso do equipamento pela GM
De acordo com o inspetor coordenador operacional Cláudio Ferigato, as armas compradas pela Guarda Municipal de Jundiaí devem chegar em três meses, pois também leva esse  tempo a aprovação do Exército para que sejam usdas pela  corporação.

E foi o próprio Exército que homologou  a arma brasileira no fim de 2011. 

De acordo com o fabricante, a Spark corta automaticamente a corrente após 5 segundos do momento do disparo, o que dificulta a ocorrência de choques prolongados de forma involuntária (a memória do dispositivo armazena os últimos 1  mil disparos, para que possa haver auditoria sobre seu uso). Além disso, libera 40% menos energia transferida durante o choque, suficiente para incapacitar temporariamente um indivíduo e com muito mais segurança, reduzindo ao máximo o risco de acidentes como os ocorridos com dois brasileiros, um na Austrália e outro em Santa Catarina, no ano passado.

A arma tem uma espécie de GPS, que permite saber quem  usou e em que local.

A compra de “dispositivo elétrico incapacitante e acessórios” foi assinada pelo comandante José Roberto Ferraz e publicadas na “Imprensa Oficial” do município de terça-feira passada.
Homem é preso no Retiro por dirigir motocicleta embriagado
Publicado em 24/06/2013, às 16h01 
Última atualização em 24/06/2013, às 20h35

Dicler de Mello e Souza
dicler.mello@diariodovale.com.br
Volta Redonda

Um homem de 23 anos foi levado na tarde de hoje para a 93°DP (Volta Redonda) por agentes da Guarda Municipal suspeito de dirigir embriagado. De acordo com a assessoria de imprensa da Guarda, ele bateu em carro da prefeitura de Volta Redonda na Avenida Antônio de Almeida, no bairro Retiro, quando pilotava sua moto (placa LPK-2143). Ele transportava filha dele, de três anos, na garupa do veículo, o que é proibido pelo Código Brasileiro de Trânsito (CBT).
O suspeito - que apresentava sinais de embriaguez - foi levado para o posto da Polícia Rodoviária Federal na Rodovia Presidente Dutra, na entrada de Volta Redonda. Ele se recusou fazer o teste do etilômetro, retornando em seguida para a delegacia. Segundo o inspetor da GM Cardoso, o suspeito foi levado depois para o Instituto Médico Legal (IML), no bairro em Três Poços, onde um exame clínico constatou seu estado de embriaguez.
Já o supervisor da GM Ferreira disse que o motociclista estava sem os documentos do veículo e tentou resistir à prisão.
O delegado adjunto da 93ª DP, Márcio Leandro Figueiroa, indiciou o suspeito por embriaguez ao volante, sendo que o valor da fiança não foi divulgado. Um conselheiro tutelar acompanhou o caso na delegacia de Volta Redonda.
Segundo a polícia, o motociclista teria pegado a filha - que estava sob os cuidados de uma tia - sem autorização da mãe da criança. A menina sofreu pequenas escoriações em um dos pés e foi atendida no local do acidente pelo Corpo de Bombeiros.


Leia mais: http://diariodovale.uol.com.br/noticias/5,75363,Homem-agride-Guarda-Municipal-e-e-detido-em-Volta-Redonda.html#ixzz2XRwOf5Vq

GCM de Embu das Artes comemora 10 anos de existência

Atualizado em: 23/06/2013 | Sandra Pereira
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Sandra PereiraSolenidade foi marcada por entrega de homenagens e balanço dos 10 anos de vida da corporação
A Guarda Civil Municipal (GCM) de Embu das Artes celebrou 10 anos de existência na última semana numa solenidade marcada por homenagens aos integrantes da corporação que se destacaram no exercício de sua atividade, discursos otimistas relatando as conquistas da guarda  e o anúncio de novas ações visando o fortalecimento dela e da segurança. A missão da GCM é cuidar pela preservação do patrimônio público, mas a corporação acaba desempenhando papel essencial na segurança, além da manutenção da ordem e do sossego por meio da aplicação da lei do silêncio.

Quando a GCM foi criada na cidade em 2001 Embu das Artes sofria a marca de ser a cidade mais violenta do País e enfrenta alto nível de desemprego, como ocorria em todo o Brasil. O primeiro concurso ofereceu 60 vagas.

Durante a solenidade o prefeito Chico Brito afirmou que o salário da GCM de Embu das Artes só perde para os de Barueri, cidade com maior renda da região. Também observou que a segurança é uma das maiores demandas da população. Relatou trabalho em conjunto com as cidades do Conisud visando a melhoria da segurança. Em seu discurso o prefeito saudou familiares dos GCMs presentes e fez referência ao receio constante que enfrentam quando os mesmos saem para trabalhar nas ruas.

O vice-prefeito Natinha também não poupou elogios a guarda e disse que a corporação é fundamental no combate à violência na cidade. Natinha ressaltou que a GCM tem atuação cidadã e social.

“A guarda municipal de Embu das Artes tem o respeito da nossa população. Nossos guardas nos dão orgulho, aparecem com destaque em todas as pesquisas que fazemos”, disse o prefeito Chico Brito.

“A gente percebe a atuação da guarda em todas as áreas de atuação. Seja na segurança, no social ou na preservação do patrimônio”, disse o comandante Dirceu.

O secretário de governo Paulo Gianini destacou que a GCM ocupa lugar de destaque entre as ações do serviço público municipal. De acordo com ele a corporação tem credibilidade em razão dos desafios superados e do trabalho realizado ao longo da sua 1ª década de existência.

“Nossa GCM tem o respeito da população e das autoridades por ser uma guarda cidadã. No último concurso tivemos 60 candidatos por vaga e já estamos realizando outro concurso para a contratação de novos guardas”, declarou.

O secretário disse que a administração tem elevado grau de respeito pela corporação, prova disso, segundo ele, é a aprovação do Plano de Cargos e Carreira, o investimento em viaturas, ampliação da guarda e os projetos como monitoramento eletrônico.

“Estamos em vias de implantar aqui na cidade o programa do governo federal Crack é Possível Vencer. Estamos entre as 11 cidades que vão receber o aporte  federal para combater o uso do crack.  Também queremos desenvolver um projeto de monitoramento regional nas cidades do Conisud”, falou.

Protesto na Zona Sul do Rio termina com debate sobre a Constituição


Manifestação começou em Copacabana e terminou no Leblon.
Grupo diz que vai continuar acampado no Leblon até segunda-feira (24).

Tássia Thum e Tahiane StocheroDo G1 Rio
197 comentários
Cerca de quatro mil pessoas participam de protesto na orla da Zona Sul do Rio. (Foto: Vitor Teixeira / TV Globo)Cerca de quatro mil pessoas participam de protesto na orla da Zona Sul. (Foto: Vitor Teixeira / TV Globo)
O policiamento foi reforçado neste domingo (23), na Avenida Atlântica, em Copacabana, Zona Sul do Rio, devido ao protesto contra a PEC 37, que acaba com o poder de investigação do Ministério Público, e a corrupção na política. Os manifestantes se reuniram na altura do posto 4 e seguiram em direção ao Leblon. Cerca de quatro mil pessoas participaram do ato; muitos eram moradores do bairro e funcionários do judiciário e Ministério Público.

A funcionária Cláudia, que preferiu não informar o sobrenome, de 46 anos, disse que o povo foi à rua para reclamar de várias coisas.  "O discurso da Dilma [Rousseff] na TV foi uma balela, não deu respostas. Os 20 centavos foram a gota d'água. Estou aqui porque sou contra tirar o poder de investigação do MP, se não fosse o MP muitos mensaleiros não seriam investigados", disse.
A cada 200 metros grupos de seis PMs guardavam a orla. Antes da passeata, policiais do 19º BPM (Copacabana) distribuíram panfletos pedindo paz nos protestos. O comando do batalhão informou que o efetivo nas ruas foi de 350 policiais. Um carro do Bope acompanhou a manifestação.
As turistas Alice Fabri e Sarah de Brito, ambas de 25 anos, moram na França e estão no Brasil a passeio há três meses, viajando e conhecendo o país. "Viemos participar do protesto porque nos falaram que é um movimento legítimo contra a corrupção no Brasil",  disseram as turistas que pediram explicações sobre o que era PEC 37.
O grupo começou a se deslocar em direção ao Leblon por volta das 16h. Segundo o comandante do 19º BPM, tenente-coronel Cláudio Costa, por volta das 16h30m, a manifestação já contabilizava entre mil e 1,5 mil participantes.
Estátua do poeta Carlos Drummond de Andrade, em Copacabana, é coberta por uma máscara de Guy Fawkes. (Foto: Tahiane Stochero/G1)Estátua do poeta Carlos Drummond de Andrade,
em Copacabana, é coberta por uma máscara de
Guy Fawkes. (Foto: Tahiane Stochero/G1)
A estátua do poeta Carlos Drummond de Andrade, em Copacabana, foi coberta por uma máscara de Guy Fawkes, um dos símbolos adotados por manifestantes nos protestos.
Morador do bairro, o empresário Luciano Borborema levou a filha Iris, de 12 anos, ao protesto. "Vim participar porque acho um absurdo o que está acontecendo no Brasil, precisamos dar um grito de basta. Este cartaz contra a PEC 37 me representa", disse ele.
Os manifestantes chegaram em Ipanema por volta das 17h20. O comandante Cláudio Costa, do 19º BPM (Copacabana), informou que cerca de quatro mil pessoas participavam do protesto neste horário. Segundo ele, o clima era tranquilo. “A manifestação é pacífica e democrática, como nós já esperávamos”.
O grupo chegou à Avenida Delfim Moreira, no Leblon, por volta das 18h20. A pista junto aos prédios ficou interditada desde o acesso pela Avenida Niemeyer até a altura da Rua Aristides Espínola, segundo informou o Centro de Operações do Rio.
No trecho da casa do governador Sérgio Cabral, altura do posto 12 do Leblon, além de máscaras, cartazes e gritos de ordem, os participantes fizeram projeção na varanda de um prédio pedindo o fim da corrupção no país.
A região do Leblon é atendida pela 23º BPM (Leblon). Segundo o tenente coronel Luís Otavio, o clima continuava maravilhoso. “A passeata está ocorrendo de maneira tranquila”, disse o tenente coronel.
Parte da Avenida Delfim Moreira, metro quadrado mais caro do Rio de Janeiro, foi tomada por cartazes, que pediam a cassação de Renan Calheiros, o fim da impunidade e a não aprovação da PEC 37.
Ambulante vende máscaras de Guy Fawkes por R$ 10 durante protesto na orla da Zona Sul do Rio. (Foto: Tássia Thum/G1)Ambulante vende máscaras de Guy Fawkes por
R$10. (Foto: Tássia Thum/G1)
Máscaras do revolucionário inglês Guy Fawkes eram vendidas a R$ 10 no Leblon. Por mais R$ 5, o "kit manifestante" fica completo com a bandeira do Brasil. Apesar do poder aquisitivo de participantes do ato, vendedores afirmam que movimento no Centro é melhor.  "Hoje, o movimento foi abaixo do esperado, mas temos até o fim da semana para recuperar", disse o camelô Rodrigo. Ele diz ter vendido 150 máscaras do estoque de 200. "No Centro, vende mais de 500."
De acordo com a policia, a manifestação tinha por volta das 19h30 aproximadamente 1,5 mil participantes. Cinquenta homens da Polícia Militar cercam as duas entradas da rua Aristide Espínola, onde mora Sérgio Cabral.
Indígenas do antigo Museu do Índio também participaram de manifestação em frente à casa do governador do Rio de Janeiro.  Em março, eles foram obrigados a sair por decisão judicial, para a retomada do espaço pelo governo. 
Índios do antigo Museu do Índio também participam de protesto. (Foto: Tássia Thum/G1)Índios do antigo Museu do Índio também participam
de protesto. (Foto: Tássia Thum/G1)
A polêmica sobre o destino do espaço, que fica na Zona Norte do Rio, começou em outubro de 2012, quando o governo do estado anunciou mudanças no entorno do Maracanã, para que o estádio pudesse receber a Copa das Confederações, a Copa do Mundo, em 2014, e a Olimpíada, em 2016. A saída dos indígenas foi marcada por tumultos entre manifestantes e PMs, que dispararam na ocasião spray de pimenta e balas de borracha.
A chuva fina que começou por volta das 20h45 não dispersou os manifestantes que permaneciam no Leblon. Eles fizeram um círculo e debaterem sobre a Constituição Brasileira. Cada participante tinha um tempo determinado para expor suas ideias.
Motoristas favoráveis à manifestação buzinavam como forma de apoio ao grupo que ocupava a avenida Delfim Moreira, na esquina da residência do governador Sérgio Cabral. Participantes do protesto retribuíram com aplausos.
De acordo com o comandante do 19º BPM (Copacabana), Cláudio Costa, duas pessoas foram detidas durante a manifestação. Um delas é um guarda municipal que estava armado com uma e o outro um homem que tentou furtar uma bicicleta.
Segundo a delegada da 12ª DP (Copacabana), Soraia Vaz, o guarda municipal e um camelô iniciaram uma discussão, quando o agente sacou uma arma. Policiais militares foram acionados por populares e conduziram o guarda para a delegacia. Foi verificado que a arma era registrada, mas o agente não tinha de registro de posse. Ele está preso e vai responder por porte ilegal de arma de fogo.
A Guarda Municipal esclareceu que o uso de armas de fogo não é previsto na legislação municipal, e que a GM-Rio considera falta grave e condena a conduta do guarda em questão. Ele fazia parte da equipe que efetuava o patrulhamento de rotina na areia neste domingo, não tendo qualquer relação com os agentes que faziam o ordenamento do trânsito durante a manifestação.
O guarda foi afastado de suas funções e a Corregedoria da GM-Rio determinou a abertura imediata de processo disciplinar junto à Secretaria Municipal de Administração visando à sua demissão.
Muitos veículos de imprensa estrangeira acompanharam a manifestação na orla da Zona Sul do Rio.
Protesto na Zona Sul do Rio ocorreu de forma pacífica. (Foto: Tássia Thum/G1)Protesto na Zona Sul do Rio ocorreu de forma pacífica. (Foto: Tássia Thum/G1)
Atualizado: 24/06/2013 22:12 | Por MARÍLIA ASSUNÇÃO, estadao.com.br

Policiais e manifestantes se confrontam em Goiânia

Manifestantes entraram em confronto com policiais militares e guardas municipais duas vezes na noite desta segunda-feira,...



Manifestantes entraram em confronto com policiais militares e guardas municipais duas vezes na noite desta segunda-feira, 24, quando tentaram entrar no Paço Municipal após as 19h30. Os manifestantes queriam ser recebidos por alguém, mas o local estava isolado desde a tarde, quando até mesmo os servidores tinham sido dispensados.
Bombas foram atiradas, aparentemente dos dois lados, assim como muitas pedras e paus foram usados pelos manifestantes. Houve disparos pelos policiais.
Antes de alcançar o Paço, que fica em área fora do núcleo central de Goiânia, os manifestantes fizeram uma longa passeada e chegaram a fechar a BR-153, a caminho da Prefeitura, por alguns minutos. Após o segundo confronto o grupo acabou dispersando.

Guardas não tinham capacetes', diz secretário sobre conflito em Sumaré

Guardas não tinham capacetes', diz secretário sobre conflito em Sumaré


Vereadores irão entregar ofício que pede equipamentos para corporação.
Polícia Militar nega que tenha demorado para conter vândalos na Câmara.

Do G1 Campinas e Região

Manifestantes se concentram no início da noite em frente à Câmara de Sumaré (Foto: Reprodução EPTV)Manifestantes se concentram na Câmara de
Sumaré (Foto: Reprodução EPTV)
Após as manifestações que terminaram em depredação do prédio da Câmara de Sumaré (SP), os guardas municipais denunciaram a falta de equipamentos de segurança e armamento para conter os vândalos. Um ofício, assinado pelos vereadores da cidade, será encaminhado à Prefeitura nesta quarta-feira (26), exigindo coletes, escudos e bombas de efeito moral. O secretário de Segurança Pública do município, Luiz Carlos Piazentin, admitiu a falta de estrutura. "Os guardas não tinham capacetes", disse. Três guardas e um PM ficaram feridos durante o confronto.
Durante os protestos na noite de terça-feira (25), um grupo de vândalos atirou pedras e quebrou vidraças do prédio da Câmara. Os guardas municipais foram atacados sem revidar, pois estavam armados apenas com cassetetes. Antes do confronto, os participantes da manifestação pacífica entregaram uma lista de reivindicações aos vereadores, exigindo melhorias no transporte público da cidade.
O presidente da Câmara, Dirceu Dalben, informou que os guardas não tinham escudos e nem coletes à prova de balas para proteção durante o confronto. “Eles vieram com a cara e a coragem, não tinham como conter a manifestação, há tempos eles reclamam da falta de investimento”, explicou. No entanto, Piazentin, afirmou que a corporação estava em condições de evitar a invasão da Câmara. "Eles cumpriram o trabalho, onde os guardas estavam não houve invasão, nós vamos continuar protegendo o patrimônio público, é difícil, mas estamos fazendo", explicou.
Tropa de choque retira baderneiros da frente da Câmara de Sumaré (Foto: Reprodução EPTV)Tropa de Choque enfrenta manifestantes na Câmara de Sumaré (Foto: Reprodução EPTV)
16 anos sem investimentos
Durante entrevista coletiva na manhã desta quarta, a prefeita de Sumaré, Cristina Bredda Carrara, afirmou que está buscando investimentos para a segurança pública. "A Guarda Municipal está nessa situação há 16 anos, agora estamos tentando reverter, armas estão chegando e estamos fazendo o possível dentro das limitações do orçamento", disse. Sobre a ação da corporação durante a tentativa de invasão no prédio do Legislativo, a prefeita garantiu que foi correta e dentro da função da Guarda.
A chefe do executivo disse ainda que vai receber membros dos grupos manifestantes nesta quinta-feira (27) para debater os problemas no transporte público da cidade. "Uma equipe está analisando se é possível a diminuição no preço na tarifa", afirmou.
Estilhaços da porta de entrada da Câmara de Sumaré (Foto: Reprodução / EPTV)Estilhaços da porta de entrada da
Câmara de Sumaré (Foto: Reprodução / EPTV)
Demora da PM
Dalben informou que os vereadores acionaram a Polícia Militar quando perceberam que os vândalos estavam tentando invadir o prédio. No entanto, segundo ele, a Tropa de Choque demorou cerca de uma hora para chegar ao local e conter a manifestação. "O tempo que demorou foi o necessário para os vândalos atacarem o prédio, ficamos presos aqui".
"Estamos desarmados, não tem bomba, estamos esperando o apoio da Polícia Militar. Segundo o comando a Polícia Militar iria apoiar a gente”, disse o guarda Rodrigo Ruiz, que estava dentro da Câmara durante a depredação do prédio. O secretário de Segurança Pública de Sumaré afirmou que não houve demora na chegada da PM.
O comando do 48º Batalhão da PM, responsável pela ação, garantiu que o trabalho da Tropa de Choque foi adequado e dentro do esperado. Quanto a demora, a PM informou que atendeu a ocorrência assim que foi chamada para conter os manifestantes, já que a proteção do prédio público é de responsabilidade da Guarda Municipal. Ainda segundo o comando da PM, a expectativa era que o protesto seria pacífico, devido a negociação entre a Secretaria de Segurança Pública e a liderança da manifestação.
Vândalos depredaram fachada de loja no camiho do protesto em Sumaré (Foto: Reprodução EPTV)Vândalos depredaram fachada de loja
em Sumaré (Foto: Reprodução EPTV)
Prejuízos
Segundo a filha da dona de uma loja que ficou com a porta de vidro destruída por vândalos, Priscila Caroline Batista, a seguradora foi quem avisou da tentativa de saque. Ela explica que ficou no comércio antes do horário que estava previsto o início das manifestações. Além disso, as vendedoras retiraram preventivamente os produtos da vitrine. "Ninguém é contra a manifestação, mas esse vandalismo atrapalha. Mas, novamente a polícia não conseguiu fazer nada”, desabafa afirma Priscila. Os vândalos não conseguiram invadir a porta de aço.
"Tentei impedir, comecei a gritar e foi quando os policiais vieram e conseguiram conter a ação", disse. A saladeira afirma que um grupo formado por seis menores veio correndo e começou a arremessar pedras para arrombar a porta de vidro. “Estava na esquina com meus filhos, quando eles vieram e começaram a quebrar. Eles não me bateram, mas ameaçaram e falavam que iriam levar os produtos”, explicou a saladeira Patrícia de Fátima Donaire.
De acordo com o capitão do 1° Comando da Polícia Militar André Eduardo Rosário, além da agência bancária e das lojas, os suspeitos também atiraram pedras no prédio da polícia. "A ação da polícia começou após as solicitações. Um pequeno grupo resolveu reprimir contra a PM, mas não houve nenhum ferido tanto da polícia como dos civis", afirmou. Uma vidraça do prédio da Prefeitura também foi atingida. Segundo a PM, quatro homens foram detidos, sendo dois deles menores de idade


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Arma utilizada durante a operação na "Aldeia Maracanã". Armas não-letais são de grande interesse para o setor de segurança, especialmente na área policial, no controle de multidões, mas este novo sistema parece servir não só para dispersar multidões mas também para afastar invasores, funcionando como uma verdadeira barreira sônica.
O sistema chamado Inferno é uma espécie de alarme (ou sirene) que utiliza quatro frequências simultâneas entre 2 e 5Khz com uma potência de cerca de 123dB que ao entrarem em contato com o alvo (pessoa ou animal) provocam sintomas agudos de desorientação, tontura, náuseas e dores no peito, forçando o invasor a fugir da área protegida. Se não fugir e continuar exposto ao som, pode até mesmo vomitar e cair. O segredo não está na potência sonora que é semelhante a qualquer alarme comum mas sim na combinação das frequências simultâneas que segundo aqueles que testaram produz uma sensação de dor e desconforto indescritíveis, impossibilitando qualquer tipo de reação, exceto fugir
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