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sábado, 26 de maio de 2012

Segurança na Ponte dos Arcos continua sendo prioridade máxima
Publicado em 26/5/2012, às 11h18 
Última atualização em 26/5/2012, às 11h20

Barra Mansa

Há quase dois meses uma reportagem do DIÁRIO DO VALE mostrou que a Ponte dos Arcos estava sendo usada como ponto de consumo e venda de drogas. Depois da publicação foi montada uma operação para coibir a prática no local.  A repreensão foi feita pela Polícia Militar e a Guarda Municipal.
Outra matéria publicada pelo jornal no dia 17 deste mês, mostrou a preocupação da população por não verem mais ações sendo realizadas nas extremidades da ponte.
De acordo com o comandante da Guarda Municipal, Carlos Natanael Geremias, a Ponte dos Arcos continua sendo prioridade máxima para a segurança da cidade.
- Mantemos uma viatura no local no período de maior fluxo, principalmente no horário da noite. Uma de nossas unidades fica em uma das extremidades enquanto a Polícia Militar fica de prontidão do outro lado. Ao longo do dia, nossos agentes ficam coordenando o trânsito e ao mesmo tempo observando a movimentação nos antigos pontos de consumo de drogas. Tanto que o número de incidentes diminuiu. As ações são determinações da GGIM (Gabinete de Gestão Integrada Municipal) -  esclareceu.
O comandante ainda informou que durante os fins de semana estão sendo realizadas rondas no local de hora em hora. Outros pontos da cidade para onde os usuários poderiam ter migrado também estão sendo vistoriados.
- Acreditamos que os usuários estão utilizando outro local para o consumo da droga, porém ainda não descobrimos o ponto exato. Por isso, pedimos o apoio da população para nos ajudar neste combate. Se alguém observar pessoas com atitude suspeita pode ligar para o telefone da GM no número 153 e da Polícia Militar no 190 - enfatizou.


Leia mais: http://diariodovale.uol.com.br/noticias/4,57632,Seguranca-na-Ponte-dos-Arcos-continua-sendo-prioridade-maxima.html#ixzz1w0pjHHKx

JF: Operação policial faz várias abordagens

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Com o objetivo de dar tranquilidade à sociedade freitense, a 3º Companhia da Polícia Militar localizada em José de Freitas, em conjunto com o 5º BPM (Batalhão da Polícia Militar) de Teresina, RONE (Rondas Ostensivas de Natureza Especial) com apoio da Guarda Municipal, realizaram na noite desta sexta-feira (30) um arrastão policial em toda cidade.

Os trabalhos foram comandados pelo comandante Capitão Augusto da 3º companhia, tenente Monteiro do 5º BPM e Guarda Municipal Cunha e tiveram início às 21h de sexta-feira (25), se estendendo durante toda a madrugada deste sábado (26). As guarnições policiais revistaram diversas pessoas e averiguaram vários veículos.

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Os policiais apreenderam diversas motos irregulares que passaram por uma investigação minuciosa para descobrir a procedências das mesmas. No final dos trabalhos os policias avaliaram de maneira positiva, afirmando que a cidade ficou tranquila e nenhum tipo de ocorrência foi registrada. O Capitão Augusto informou ainda que nos próximos dias o este tipo de trabalho vai se repetir.

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Por Chagas Silva (Portal Em Dia)  - Fotos: Chagas Silva e Jorges Luiz / (86) 9984-0487


6/05/2012 11:53

Motorista capota na beira de lago

Ele perdeu o controle da direção e se acidentou na rodovia Valdomiro Corrêa de CamargoREDAÇÃO
Na manhã deste sábado (26), um motorista perdeu o controle da direção e se acidentou na rodovia Valdomiro Corrêa de Camargo, na entrada de Sorocaba, como informa a TV TEM. 

Segundo a polícia,  o carro capotou  na beira de um lago próximo a uma fábrica de bebidas. O motorista e o passageiro foram socorridos e não sofreram ferimentos.

A cada sete crianças, uma pode ser adotada -
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Empresa começa a entregar primeira pistola elétrica fabricada no Brasil em maio

Polícias estaduais e guardas municipais do Brasil começam a receber a partir de maio a primeira pistola elétrica incapacitante fabricada no país, a Spark, da Condor Tecnologias Não-Letais. Até então, apenas Estados Unidos e China produziam esse tipo de equipamento.

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A arma, homologada pelo Exército em 2011, só poderá ser usada pelas Forças Armadas, polícias, guardas municipais e empresas de segurança privada que tenham aprovação prévia do Departamento de Polícia Federal. A expectativa da empresa é vender aproximadamente 30 mil dispositivos nos primeiros 12 meses e, a partir de 2013, exportar para outros 40 países.

A Condor  acredita que a imagem do produto não será manchada devido às duas mortes provocadas pela pistola elétrica da marca Taser em março deste ano. “Não estamos falando de um mercado de consumo de massa, que reage por impulso e sim de um mercado técnico, que questiona muito e tem necessidades bem específicas. Não se pretende que este produto seja a panacéia para todos os males e sim uma opção útil para as forças de segurança, dentro do preceito do Uso Gradual da Força, onde está a Spark, juntamente  com as munições de impacto controlado (conhecidas como balas de borracha), que representam o último degrau não letal. Ou seja, devem ser utilizadas em situações graves, onde haja uma ameaça mais séria à integridade física do agente da lei ou a pessoas inocentes presentes no local”, informou a assessoria de imprensa da Condor.

De acordo com a fabricante, a pistola Spark é muito mais segura que a Taser. O corte automático da corrente acontece após cinco segundos do momento do disparo, o que dificultaria a ocorrência de choques prolongados de forma involuntária. Ela ainda armazena os dados dos  últimos 1000 disparos.

Além disso, a arma tem 40% menos energia transferida durante o choque. A Condor afirma que a carga elétrica, de 50 mil volts/2,8 miliamperes, proporcionada por dois dardos é suficiente para incapacitar temporariamente um indivíduo com mais segurança.

A arma emite ondas com atuação direta sobre o sistema nervoso central, causando contrações musculares e desorientação mental. “A não letalidade não pode ser entendida como uma promessa, mas sim como um objetivo a ser alcançado. Nada é, de fato, 100% não letal. Até um alimento pode ser fatal, se ingerido por alguém alérgico, por exemplo. Nossa filosofia, no entanto, é tentar sempre minimizar os riscos envolvidos, fornecendo treinamento, esclarecimentos técnicos, manual de operações, palestras e até mesmo em nossos contatos do dia a dia. Estamos sempre dando sugestões e dicas de como utilizar nossos produtos de forma mais segura. Mas, ainda que a possibilidade de ocorrerem problemas seja concreta, sempre será muito menor utilizando este tipo de tecnologia do que fazendo uso de armas de fogo”, argumentou a Condor, através de sua assessoria de imprensa.

A Spark tem alcance de 6,8 e 10 metros, mira a laser, tem cartucho com trava de proteção, memória digital interna, com hora e data dos disparos efetuados e porta USB para captura de dados armazenados na arma.

23/05/2012 07h00 - Atualizado em 23/05/2012 07h00


Tahiane StocheroDo G1, em São Paulo

Taser (Foto: Divulgação/Prefeitura São José dos Pinhais)Taser quer fabricar arma de choque com emprego de
tecnologia brasileira (Foto: Divulgação)
A  empresa americanaTaser pretende pedir apoio das polícias civis e militares, das Forças Armadas e das empresas de segurança privada para desenvolver uma arma de choque especialmente voltada para o mercado nacional.

Segundo o fundador e diretor-executivo mundial da companhia, Rick Smith, o objetivo é obter o retorno dos clientes que já usam a Taser no país para, mantendo o modelo internacional, aplicar tecnologias desenvolvidas aqui e que melhor se adaptem às ações registradas nas ruas.

“A tecnologia da Taser é uma das mais avançadas do mundo em termos de prevenção de vidas para os fins de segurança. O que buscaremos é o retorno dos nossos clientes no Brasil para desenvolver um produto voltado para o mercado local. Iremos ouvir nossos clientes, ver o que eles querem, o que podemos fazer. E estamos buscando parceiros e até mesmo indústrias que queiram contribuir com tecnologia”, afirma Smith ao G1.

Além do novo produto, Smith irá anunciar nesta quarta-feira (22), em Brasília, a implantação de uma sede da Taser no país e a futura instalação de uma fábrica. A cidade ainda não foi definida, mas, segundo ele, conversas começaram a ser feitas com estados de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro.
 
O anúncio da Taser em buscar se adaptar ao mercado brasileiro ocorre após três casos de mortes com o uso da arma de choque repercutirem no país neste anos. Em fevereiro, um folião que estaria alcoolizado morreu imobilizado por policiais militares do Tocantins. Em março, um brasileiro foi vítima na Austrália, e um homem que teria usado drogas morreu após disparo da PM de Santa Catarina.

Pelo menos 12.486 pistolas de eletrochoque estão sendo usadas por agentes de segurança no país, segundo dados da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) e do Exército. Os órgãos de segurança possuem hoje no país uma pistola de choque para cada 15.278 habitantes. Em comparação, considerando só o arsenal em poder de agentes públicos em serviço, há uma arma de fogo para cada 56 habitantes.

“A Taser não vai entrar no mercado nacional sozinha. Estamos levando em consideração os incentivos, as novas leis que estão sendo criadas e também potenciais parceiros, que conhecem melhor a forma de trabalhar aqui”, avalia Smith. O objetivo, segundo ele, é atingir todo o mercado da América Latina.

Segundo os planos da companhia, em 2013 a empresa contará com10 funcionários em Brasília. Ainda não há previsão de capital que será investido e nem de prazo.

As armas de choque são empregadas nas ruas dos Estados Unidos e do Canadá desde 2003, quando começaram a ser fabricadas pela Taser, e ganharam destaque no mercado nacional após o Ministério da Justiça implementar uma política de incentivo ao uso de armas não-letais nos últimos 4 anos, buscando a redução dos homicídios e da letalidade policial.

Desde o final de 2011, uma pistola de choque fabricada pela Condor no país foi homologada e o Exército proibiu a importação da similar da Taser. Em seguida, em dezembro do ano passado, a Taser descredenciou sua representante no país. Questionado sobre se a construção da fábrica brasileira ocorre para competir com o concorrente nacional, Smith afirmou que a intenção de vir ao Brasil surgiu há dois anos.

“O investimento vai depender da demanda. O Brasil será nosso trampolim para a comercialização da Taser para a América Latina. A base que pretendemos construir aqui será para suprir não só a demanda nacional, mas a de toda a região, que é imensa”, acrescentou.

 

Versão brasileira da taser promete ser realmente não-letal

Feira internacional de produtos de segurança mira na Copa de 2014 e na Olimpíada de 2016, e tem entre seus destaques pistola que dá choque menos potente

Cecília Ritto
A pistola Spark, fabricada no Brasil pela Condor: arma não-letal semelhante à taser, porém menos potente e com trava que impede disparos em série
A pistola Spark, fabricada no Brasil pela Condor: arma não-letal semelhante à taser, porém menos potente e com trava que impede disparos em série (Divulgação)
Entre robôs, câmeras e sistemas de última geração, um dos destaques da feira Latin American Aerospace and Defence (LAAD), de equipamentos profissionais de segurança, é uma alternativa brasileira às pistolas taser. O uso desse tipo de arma não letal passou a ser questionado depois da morte do estudante brasileiro Roberto Laudisio, 21 anos, na Austrália, e de uma morte no Brasil. A pistola Spark, apresentada no evento, é uma arma da categoria elétrica incapacitante, cuja ação dura apenas cinco segundos. Passado esse tempo, ela é automaticamente travada. Quem usa a taser pode fazer disparos em série – e foi isso que resultou na morte de Laudisio. Essa é a principal diferença da pistola brasileira, que teve sua tecnologia desenvolvida pela empresa Condor em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Rio de Janeiro (Faperj) e com o Centro Federal de Educação Tecnológica (Cefet) Celso Suckow da Fonseca.
A Latin American Aerospace and Defence é um evento fechado, que reúne 130 empresas de 13 países, além do Brasil. Este ano, o foco dos expositores se concentra principalmente em sistemas para monitoramento de grandes eventos esportivos, de olho na Copa do Mundo de 2014 e nos Jogos Olímpicos de 2016. A Condor, mesmo já tendo lançado a Spark no começo do ano, usou a feira como vitrine. Desde janeiro, foram vendidas cinco mil unidades, que começarão a ser entregues em maio. Diante da série de grandes eventos que acontecerão no Brasil nos próximos anos, a meta da empresa é vender, apenas aqui, 30 mil pistolas nos próximos 12 meses. “Os eventos amplificam a necessidade de itens não letais. As forças de segurança estão conscientes disso”, disse o diretor de marketing da Condor, Massilon Miranda.
O Exército brasileiro é um dos interessados na compra desse tipo de armamento, fabricado apenas nos EUA, Rússia e China - e, agora, pelo Brasil, que consegue oferecer um preço mais atraente. Enquanto a taser pode chegar a sair por 5 mil reais, a Spark entra no mercado ao custo de 2.200 reais. A principal inovação da arma brasileira é que seu choque libera 40% menos energia. Outra diferença é a luz azul de led na lateral da pistola, indicando que a arma será acionada. Isso ajuda a evitar que outros policiais disparem contra a mesma pessoa. Os homens que a usarão terão uma pulseira para amarrá-la ao punho em caso de tentativa de roubo. Se alguém tentar retirar a pistola do braço do policial, não conseguirá usá-la depois porque o dispositivo que permite o funcionamento estará atrelado a essa pulseira.
Para evitar o uso da pistola como forma de torturar uma vítima, os fabricantes criaram um mecanismo de memória capaz de informar sobre os últimos mil disparos- quanto tempo duraram, em que momento foram feitos.
Para Miranda, levar a Spark para a feira é uma forma de abrir a discussão sobre as armas não letais. “Por causa do que aconteceu na Austrália, pensamos se era o momento de fazer o lançamento. Mas era o momento perfeito. É a oportunidade de trazer para o mercado um dispositivo que tem itens de segurança e, ao mesmo tempo, lançar a discussão sobre quando a arma deve ser usada", argumentou, alertando para o abuso do uso dessa pistola. No caso australiano, ela foi acionada diante da suspeita de que o rapaz havia roubado um pacote de biscoitos.
 
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Policial preso morre espancado por detentos dentro da cela, em Goiás



Guarda Municipal, suspeito de roubo, estava na CPP de Aparecida de Goiânia.
Ele foi levado para cela comum porque não havia informado que era policial. 

Um policial da Guarda Municipal de Aparecida de Goiânia, que estava preso, foi morto no final da tarde de terça-feira (22), dentro da cela na Casa de Prisão Provisória (CPP). Segundo a direção do presídio, ele foi espancado por outros presos.

O guarda de 42 anos era suspeito de roubo e estava preso aguardando julgamento. De acordo com a polícia, ele deve ter mencionado que era policial ou teria sido reconhecido por outros presos. A polícia acredita que isso motivou o crime. Pouco depois de ter chegado à CPP, o guarda foi espancado por vários detentos e levados ao posto de saúde do presídio, onde não resistiu aos ferimentos.

De acordo com a assessoria de imprensa da Agência Goiana do Sistema de Execução Penal (Agsep), o homem foi transferido na terça-feira da delegacia para o presídio. Ele foi levado para uma cela comum porque não havia informado à direção da CPP que era guarda municipal.

O fato foi registrado no 4º Distrito Policial e a Delegacia de Homicídios da cidade também deve averiguar o caso.

Fonte: http://paper.li/f-1330018655?utm_source=subscription&utm_medium=email&utm_campaign=paper_sub

Guarda Municipal de Florianópolis completa 8 anos de atividades

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Veneziano participa da Formatura da Guarda Municipal de Campina Grande nessa sexta

Veneziano participa da Formatura da Guarda Municipal de Campina Grande nessa sexta

A Prefeitura Municipal de Campina Grande dá continuidade nessa sexta-feira, 25, às solenidades alusivas à Formatura da Guarda Municipal. As solenidades contarão com a presença do prefeito Veneziano Vital do Rêgo e outras autoridades.

A programação começou nesta quinta-feira, dia 24, com a realização de um Ato Ecumênico, às 19h, no auditório da Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (FIEP). Já neste dia 25, sexta-feira, acontecerá a Formatura Oficial, a partir das 19h, tendo como local o Ginásio Esportivo O Meninão. Houve durante a semana a Aula da Saudade.

A Guarda Municipal de Campina Grande (GMCG) é uma corporação uniformizada, equipada podendo ser armada, que tem por finalidade cumprir o prescrito no Art. 23, inciso I, Art. 144, parágrafo 8.º e Art. 225, todos da Constituição Federal e Art. 217 da Lei Orgânica do Município, seja de ordem pessoal ou patrimonial, com exercícios de prevenção nas vias e logradouros públicos, socorros à população e colaborar com as Autoridades que atuam no Município.

Compete à Guarda Municipal de Campina Grande:

Vigiar e proteger os bens, serviços e instalações municipais;

Garantir o funcionamento dos serviços de responsabilidade do Município;

Apoiar os agentes municipais no exercício do poder de polícia administrativa;

Atuar na defesa e proteção do meio ambiente e do patrimônio histórico e cultural do Município;

Participar das ações de defesa civil, em situações emergenciais e nos casos de calamidade pública;

Promover ações civis de segurança preventiva dos cidadãos;

Colaborar na segurança pública, na forma da lei; e

Promover ações de segurança à Câmara Municipal de Campina Grande, e para que cumpra o disposto no § 8º do Artigo 144 da Constituição Federal.

A Guarda Municipal será integrada por 77 componentes. Este efetivo inicial passou por um curso de formação, feito em parceria com a Polícia Militar. Ele teve um caráter instrutivo e de avaliação, pois apenas vão permanecer na Guarda Municipal os que conseguiram a aprovação.


Ascom

O coordenador-comandante da Guarda é o coronel Márcio Saraiva.
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