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domingo, 6 de outubro de 2013

gcm goiania

Revoltado, homem saca arma e rouba guarda em unidade de saúde, em GO


Polícia diz que suspeito se irritou porque colega ferido não foi atendido. 
Em outro centro, o jovem ameaçou um médico, que se machucou ao fugir.

Do G1 GO, com informações da TV Anhanguera
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Um homem de 26 anos foi preso na madrugada deste sábado (5) após render e roubar um guarda municipal em uma unidade de saúde de Goiânia. Além disso, ele também ameaçou um médico em outro centro de atendimento da capital. Segundo a polícia, o homem estava armado com um revólver e levou um amigo com um corte na perna para receber atendimento. Como isso não ocorreu de imediato, ele sacou a arma e cometeu os crimes.
A confusão começou no Centro de Referência em Ortopedia e Fisioterapia (Crof), que fica no Setor Campinas. Ao chegarem ao local e receberem a notícia de que a unidade é especializada em fraturas de osso e não poderia atender o paciente, os dois homens se alteraram.
Irritados, eles resolveram sair de lá. Na porta da unidade, segundo o guarda, eles abordaram um homem que chegava de carro com um paciente. "Fez ele [paciente] sair do carro, e obrigaram o motorista a levá-los até o Cais [Centro de Assistência Integral a Saúde] do Bairro Goiá", explicou Ribeiro."Nessa hora, eles começaram a usar palavras de baixo calão, me agredindo verbalmente. Foi a hora em que fui tirar satisfações com ele. Foi quando ele já sacou uma aram, apontou para mim e me rendeu. Fez eu deitar no chão e tirou o parelho de choque que eu tinha", conta o guarda municipal Carlos Eduardo Ribeiro, que fazia a segurança do Crof.
Médico
De acordo com testemunhas, chegando ao Cais, o homem continuava nervoso. Ele chegou a discutir com o médico Zeuner Pinheiro, que tentou intervir na situação, mas de uma hora para outra, viu uma arma apontada para a sua cabeça. Quando tentou fugir, acabou se machucando.
“Um dos indivíduos estava muito agressivo e o atendimento estava demorando porque ele não tinha identidade para fazer a ficha. Fui falar que ele que estava gritando muito, que ali era um hospital e não era lugar para isso. Esse indivíduo tirou uma arma, apontou para a minha cara e ia efetuar o disparo. Eu corri e acabei caindo e machucando”, detalha o profissional.
Revoltado, homem saca arma e rouba guarda em unidade de saúde, em Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)Preso, homem armado que rendeu guarda foi autuado por roubo (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
Como não conseguiram atendimento, eles foram embora. Porém, a Guarda Municipal conseguiu localiza-los. Ao puxar a ficha dos suspeitos, foi constatado que ele já tinha passagens policiais por roubo e tentativa de assalto.
Os dois homens foram levados para o 5º Distrito Policial de Goiânia. No DP, ele não quis explicar porque agiu com tanta violência. De acordo com a polícia, o rapaz armado foi autuado pelo roubo da arma de choque do guarda. Já o paciente foi ouvido e liberado em seguida.
O diretor do Crof, Eduardo Abrão informou que o rapaz não foi atendido no local porque lá não são tratadas aquele tipo de ferimento. Ele explicou ainda que o homem forçou o atendimento, mas que não houve tempo nem mesmo para que a ficha fosse encaminhada ao médico com a classificação de risco.

GCM atende 10.685 ocorrências no 1º semestre


A Guarda Civil Municipal (GCM) de Sorocaba respondeu pelo atendimento de 10.685 ocorrências no primeiro semestre deste ano. Deste total, cerca de 13% são referentes a ações que não estariam dentro da competência legal da corporação. Nos indicadores de atividades da GCM divulgados no portal da Prefeitura de Sorocaba, de janeiro a junho estão relacionadas 1.325 ações resultantes do policiamento ostensivo preventivo, como flagrantes de roubos, furtos, tráfico de drogas, estupro e até tentativas de homicídio.

Somente os casos que envolvem tráfico, consumo e porte de drogas somam 447 ocorrências, que resultaram na apreensão de 25.878 unidades de entorpecentes. A maior parte se refere a crack (12.061), seguida de cocaína (11.237) e maconha (2.580). A GCM respondeu também pela atendimento de mais 238 ocorrências de furtos e roubos a estabelecimentos comerciais, residências, transeuntes e de veículos, além da apreensão de dez armas de fogo. No primeiro semestre deste ano, as ações da Guarda Civil Municipal resultaram na detenção de 658 pessoas, sendo 304 delas menores de 18 anos, pegos em atos infracionais.

Com base na lei municipal nº 4.519, de 13 de abril de 1994, que dispõe sobre a organização, funções, estrutura e regime disciplinar da Guarda Municipal de Sorocaba, a corporação armada tem como função a proteção dos próprios municipais e o apoio aos serviços municipais, em especial os de polícia administrativa. Entre as atribuições designadas pela legislação aos guardas civis municipais estão a orientação e comando do trânsito para travessia de escolares nas vias públicas, priorizando as localizadas em frente às escolas; dar proteção a pé nos parques, praças, logradouros públicos, feiras, pronto-socorro, estações e terminais de transportes; dar proteção motorizado em escolas e demais repartições públicas; dar apoio à fiscalização municipal e auxiliar no encaminhamento de migrantes e mendicantes e de acidentes.

Mas, na prática, a atuação da GCM vai muito além do que define a legislação. O presidente da Comissão de Segurança Pública da Subseção da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Sorocaba, Claudinei Fernando Machado, reconhece que muitas das ocorrências atendidas pela Guarda Civil Municipal envolvem o policiamento ostensivo preventivo, o que estaria fora de suas atribuições legais. Ele argumenta, no entanto, que a GCM vem sendo impelida a exercer essa atividade para ocupar o espaço que não vem sendo preenchido pelo Estado, que é o responsável em garantir a segurança pública. "Para o cidadão que está em perigo não importa a cor da farda, desde que ele seja salvo de uma ação criminosa", defende.

Machado afirma que nos últimos anos houve uma redução das forças policiais que não foi reposta, o que tem provocado uma defasagem da mão de obra, tanto na polícia civil quanto militar. "Sem a reposição desse quadro por parte do Governo do Estado de São Paulo, a GCM tem sido impelida a fazer um serviço que é de atribuição da Polícia Militar para garantir a segurança pública", diz. Na avaliação do presidente da Comissão da OAB, a Operação Delegada, em que policiais militares são contratos pelo município para trabalharem durante o seu período de folga, seria uma alternativa para cobrir esse espaço que hoje é ocupado pela CGM. Mas para que essa atuação tenha um resultado mais efetivo, seria necessário que a Prefeitura investisse mais na contratação de mais policiais. "A Operação Delegada ainda está muito tímida em Sorocaba. Precisaria haver um reforço nesse efetivo", defende. Atualmente, 30 policiais militares atuam na Operação Delegada em Sorocaba.
Notícia publicada na edição de 06/10/13 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 8 do caderno A - o conteúdo da edição impressa na internet é atualizado diariamente após as 12h.

Guarda Municipal instala módulo móvel em praça do Xaxim

O Módulo Móvel Itinerante tem a função de prevenção e integração


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Guarda Municipal, Xaxim(foto: Valdecir Galor/ SMCS)
A Guarda Municipal instalou nesta quarta-feira (03) o Módulo Móvel Itinerante (MMI) na praça Esmeralda, no Xaxim. A operação atende à reivindicação dos moradores e comerciantes, que vinham presenciado ocorrência de uso de drogas e pequenos furtos no local.
“Com o monitoramento, promovemos a manutenção dos espaços públicos para devolvê-los novamente para uso da comunidade. Temos tido um retorno muito positivo da comunidade, comerciantes, conselhos de segurança e associações de moradores, por onde a operação já passou”, disse o Inspetor Cláudio Frederico Carvalho, diretor da Guarda Municipal de Curitiba.
O Módulo Móvel Itinerante tem a função de prevenção e integração. Ao mesmo tempo que intensifica a ronda na região, trazendo melhoria na segurança do bairro, os agentes se aproximam da população e comerciantes. Visitam o comércio, escolas e residências, em um raio de dois quilômetros do módulo, criando uma relação da Guarda Municipal da comunidade, dentro da visão do policiamento cidadão.
O Módulo Móvel Itinerante esteve em todas as praças centrais de Curitiba e em pontos considerados críticos pelas administrações regionais. “Aqui na Vila Esmeralda estávamos precisando de mais segurança. Com a Guarda Municipal e o monitoramento da área, vamos poder retornar à praça”, disse Edson Rocha, presidente do Conselho Municipal de Saúde e representante da Associação de Moradores e Amigos do Jardim Europa.
O módulo itinerante conta com a presença constante de, no mínimo, dois agentes. “Além disso, a região, que engloba o Jardim Esmeralda, Jardim Itamarati e as vilas Mariana, São Pedro e Maringá serão monitoradas com rondas intensas, 24 horas, com viaturas e motos”, explicou o inspetor Frederico.
Claudemiro da Silva Leite Junior, coordenador da Unidade de Saúde Vila Esmeralda, localizada em frente à praça, disse que a presença da Guarda Municipal muda o entorno. “A praça é tomada por gangues rivais. A partir de agora poderemos utilizar o espaço”, disse.
A Operação da Guarda Municipal tem o apoio da Secretaria Municipal da Saúde e da Fundação de Ação Social (FAS), que ficam responsáveis pelos encaminhamentos a pessoas encontradas em situação de risco.
Participaram da instalação do Módulo Móvel Itinerante da Praça Esmeralda, no Xaxim, o administrador da Regional Boqueirão, Augusto Meyer Neto, alunos do CMEI Jardim Esperança, lideranças comunitárias, moradores e comerciantes do local.

arma nao letal

Guarda Civil Municipal começa treinamento para utilização de arma não letal

Inicialmente serão treinados 100 guardas da área operacional, divididos em turmas de 15 agentes. Os selecionados foram aprovados nos testes realizados em fevereiro deste ano

Assessoria de Comunicação
Um grupo de guardas civis municipais de Guarujá começa na próxima segunda-feira (7) a ser treinado para utilização de armas não letais. A capacitação será ministrada pelo sub-comandante da corporação Mauro Noel de Jesus, na sede da Guarda, que fica na Carlos Nering 405, Jardim Helena Maria. As aulas teóricas começam às 7 horas, da segunda-feira, e as práticas na terça-feira, no mesmo horário.
Inicialmente serão treinados 100 guardas da área operacional divididos em turmas de 15 agentes. Os selecionados foram aprovados nos testes realizados em fevereiro deste ano, quando começaram os primeiros treinamentos da corporação para utilização de armas letais e não letais.
De acordo com o sub-comandante Noel, a capacitação terá duração de três dias, sendo o primeiro de curso teórico, com 10 horas de duração. Os demais serão de aptidão física e treinamento prático, com o equipamento.
“No curso teórico será abordado o conceito da legalidade do equipamento, a necessidade, os cuidados e a proporcionalidade do uso. Os demais testes analisados serão físicos e a técnica de manuseio da arma”, explica.

A conclusão da capacitação está prevista para o início de novembro. A utilização do equipamento pelo efetivo operacional será imediatamente após o término do curso. “Na temporada de verão já estaremos contando com mais esse equipamento no auxilio de nossas atividades de rua”, conta o sub-comandante.
Os 15 equipamentos tiveram um custo de R$ 40 mil e foram adquiridos em parceria com o Ministério da Justiça por meio do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (PRONASCI).
O que provoca uma arma não letal – A SPARK é um dispositivo em forma de pistola elétrica – incapacitante, que atua sobre o sistema neuromuscular. Sua ação causa contrações musculares e queda, deixando imóvel enquanto estiver sob a ação do dispositivo elétrico.
Informações de segurança – A SPARK foi projetada para defesa pessoal ou de terceiros. Corretamente utilizada, a SPARK incapacita temporariamente uma pessoa a partir de uma distância segura, minimizando a probabilidade de morte ou lesões permanentes.

Guarda Civil Municipal começa treinamento para utilização de arma não letal

Inicialmente serão treinados 100 guardas da área operacional, divididos em turmas de 15 agentes. Os selecionados foram aprovados nos testes realizados em fevereiro deste ano

Assessoria de Comunicação
Um grupo de guardas civis municipais de Guarujá começa na próxima segunda-feira (7) a ser treinado para utilização de armas não letais. A capacitação será ministrada pelo sub-comandante da corporação Mauro Noel de Jesus, na sede da Guarda, que fica na Carlos Nering 405, Jardim Helena Maria. As aulas teóricas começam às 7 horas, da segunda-feira, e as práticas na terça-feira, no mesmo horário.
Inicialmente serão treinados 100 guardas da área operacional divididos em turmas de 15 agentes. Os selecionados foram aprovados nos testes realizados em fevereiro deste ano, quando começaram os primeiros treinamentos da corporação para utilização de armas letais e não letais.
De acordo com o sub-comandante Noel, a capacitação terá duração de três dias, sendo o primeiro de curso teórico, com 10 horas de duração. Os demais serão de aptidão física e treinamento prático, com o equipamento.
“No curso teórico será abordado o conceito da legalidade do equipamento, a necessidade, os cuidados e a proporcionalidade do uso. Os demais testes analisados serão físicos e a técnica de manuseio da arma”, explica.

A conclusão da capacitação está prevista para o início de novembro. A utilização do equipamento pelo efetivo operacional será imediatamente após o término do curso. “Na temporada de verão já estaremos contando com mais esse equipamento no auxilio de nossas atividades de rua”, conta o sub-comandante.
Os 15 equipamentos tiveram um custo de R$ 40 mil e foram adquiridos em parceria com o Ministério da Justiça por meio do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (PRONASCI).
O que provoca uma arma não letal – A SPARK é um dispositivo em forma de pistola elétrica – incapacitante, que atua sobre o sistema neuromuscular. Sua ação causa contrações musculares e queda, deixando imóvel enquanto estiver sob a ação do dispositivo elétrico.
Informações de segurança – A SPARK foi projetada para defesa pessoal ou de terceiros. Corretamente utilizada, a SPARK incapacita temporariamente uma pessoa a partir de uma distância segura, minimizando a probabilidade de morte ou lesões permanentes.

TJMG

Reduzida a pena de ex-guarda municipal que atirou em ex-namorada jornalista

A 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Minas Gerais reduziu em 8 meses a condenação de Anderson Lúcio da Silva

PUBLICADO EM 02/10/13 - 22h23
O ex-guarda municipal Anderson Lúcio da Silva condenado em 2012, a 11 anos e 4 meses de reclusão, em regime fechado, pela tentativa de homicídio qualificado contra a ex-noiva a jornalista Tatiana Alves, teve a pena reduzida em 8 meses. A decisão desta quarta-feira (02) foi da 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) que aceitou que parcialmente a sentença proferida pelo juiz Ronaldo Vasques, do 1º Tribunal do Júri da comarca de Belo Horizonte.

Em 2011, Silva havia sido condenado a condenado a 10 anos e 8 meses de reclusão, em regime fechado, pela tentativa de homicídio qualificado contra a ex-noiva. Na ocasião Silva havia sido julgado também pelo mesmo crime, e condenado pela morte da mãe da jornalista. Porém, após recursos da defesa, a pena pela tentativa foi anulada, ficando mantida a condenação do réu, pelo homicídio da ex-sogra, a 14 anos de prisão.
Em outubro de 2012, o Tribunal do Júri julgou novamente o crime praticado contra a jornalista. Na época, o Conselho de Sentença entendeu que houve tentativa de homicídio qualificado. A pena por esse crime foi fixada em 11 anos e quatro meses de reclusão, em regime fechado.
A defesa recorreu o pedindo da revisão do cálculo da pena usando a argumentação que nesses casos, o deve se aplicar a pena de um só dos crimes, se idênticas, ou a mais grave, se diversas, aumentada, em qualquer caso, de um sexto a dois terços.
Além disso, na sessão desta tarde o advogado de defesa Alaor de Almeida Castro pediu que os para os desembargadores considerarem a tese de arrependimento eficaz, quando o agente, depois de executar o crime, age de modo a impedir a produção do resultado. Ele se sustentou na tese de que, ao pedir socorro para a vítima, o acusado impediu a consumação do crime de tentativa do homicídio. 
Já o assistente de acusação Ércio Quaresma Firpe pediu que a sentença fosse mantida, lembrando que o réu cometeu o crime motivado por um “sentimento de posse” e que pôs fim à vida da mãe da jornalista e provocou grave lesão ex-noiva, ao atingi-la no peito
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gcm morto 1

Prefeitura tenta ampliar funções da Guarda Municipal em Franca, SP


Projeto de lei do Executivo prevê atuação no trânsito, praças e terrenos.
Texto tem prazo máximo de um mês para ser votado na Câmara.

Do G1 Ribeirão e Franca
1 comentário
A Prefeitura de Franca (SP) tenta, com um projeto de lei complementar encaminhado à Câmara, ampliar as funções da Guarda Civil Municipal (GCM). O texto protocolado no dia 26 e sem data para ser apreciado prevê que a GCM fiscalize praças públicas, terrenos baldios, áreas ambientais e auxilie a Polícia Militar no monitoramento do trânsito. Atualmente, o órgão atua exclusivamente na segurança do patrimônio público e no suporte de equipes ligadas à administração municipal. A Guarda concorda com a iniciativa do Poder Executivo.
A proposta apresentada pela administração municipal, segundo o secretário de Segurança e Cidadania Sérgio Buranelli, parte de uma série de estudos e visa melhorar a cobertura da GCM na cidade. O projeto ainda depende de pareceres favoráveis das comissões de Legislação, Justiça e Redação; Finanças e Orçamento; Obras, Serviços Públicos e Atividades Privadas; e Segurança Pública para ser levado à votação no plenário - o prazo máximo é de 30 dias. "Vai melhorar em todos os aspectos. Em um primeiro momento no meio ambiente, na fiscalização de transportes alternativos, no monitoramento e no auxílio ao trânsito, em acidentes, interdições, para melhorar a segurança da cidade”, afirma.
Além de reforçar a PM em problemas relacionados ao trânsito, as mudanças na atuação da GCM preveem maior fiscalização em áreas de preservação permanente (APPs), policiamento de praças públicas e terrenos baldios que, segundo o secretário, são muitas vezes utilizados como local de descarte de entulho.
Segundo Buranelli, o efetivo da Guarda Municipal é suficiente para atender as mudanças previstas no projeto. “Inclusive pelo estudo que está sendo feito será direcionado o efetivo para cada área ter o seu próprio guarda”, diz.
O mesmo projeto da Prefeitura prevê ainda a construção de outra central com câmeras de monitoramento da cidade. O atual espaço, de acordo com Buranelli, não é adequado para a ampliação das atividades da GCM. "Outro será construído com adequações para ampliar este trabalho, que continuará sendo feito 24 horas por dia”, afirma.
Guarda Municipal gcm
O inspetor da Guarda Municipal Luis Fernando Fernandes concorda com as mudanças previstas no projeto de lei. Atualmente, o órgão atua na segurança de patrimônio público, como o pronto-socorro municipal e a Prefeitura, e no suporte de equipes ligadas a administração em serviços como o Conselho Tutelar, eventos e fiscalização de obras. “A medida vai ampliar os serviços da Guarda Municipal e o maior beneficiado nesse caso é a população”, diz.
Se aprovada, lei aumentará atuação da Guarda Civil Municipal de Franca (Foto: Márcio Meireles/ EPTV)Se aprovada, lei aumentará atuação da Guarda Civil Municipal de Franca (Foto: Márcio Meireles/ EPTV)

gcm morto

Guardas protestam após morte de colega em Itaquaquecetuba


De braços cruzados, eles pediram por melhores condições de trabalho. 
Anderson Wander Teixeira foi morto dentro de um prédio público.

Comente agora
Nesta terça- feira (1), após a morte de um colega dentro de um departamento da Prefeitura, guardas municipais deItaquaquecetuba (SP) fizeram um protesto.
A maioria dos funcionários não foi trabalhar. Além da falta de viaturas, eles denunciam a escassez de viaturas e até de uniformes.
Revoltados com a Prefeitura, os guardas trocaram a proteção do patrimônio municipal por cartazes e braços cruzados. “Como vamos passar segurança para alguém se nós não temos?", diz Micheli Lima, guarda municipal da cidade. Nesta segunda- feira (30), o Guarda Municipal Anderson Wander Teixeira, de 38 anos, foi morto a tiros durante o serviço em um espaço onde são oferecidos cursos pela Prefeitura.

O assassinato do
GCM foi o estopim para a manifestação. De acordo com o guarda, Rogério Neves, eles precisam comprar a própria arma e o uniforme, pois a Prefeitura não fornece. “Além de não termos segurança, a grande maioria faz empréstimo para comprar as armas", afirma.Os suspeitos são dois homens que aparecem nas imagens de uma câmera de monitoramento. Na hora que tudo aconteceu o guarda municipal trabalhava sozinho no departamento da Prefeitura. Segundo os colegas, dias antes do crime a vítima estava preocupada, já que suspeitava de um carro que circulava pelo local.
Os guardas ainda reclamam que cuidam sozinhos dos departamentos públicos. Além disso, o que preocupa também é a situação precária dos carros usados por eles no trabalho. Segundo José Aquino, que trabalha também no setor de segurança pública, os pneus estão carecas e os rádios comunicadores quebrados. “No momento as viaturas estão paradas e estamos quase sem apoio na rua".

O secretário de Segurança Pública, Geraldo Perioto, afirma que aos poucos as viaturas estão sendo consertadas e que dos 18 carros da frota, 12 estão funcionando.  “Estamos colocando as coisas em dia". Sobre o armamento, o secretário afirma que é preciso renovar o convênio com a Polícia Federal.
A secretaria não deu prazo para os problemas serem resolvidos. Os guardas municipais disseram que nesta quarta-feira (2) iriam retornar ao trabalho. O corpo de Anderson Wander Teixeira foi enterrado durante a tarde desta terça no cemitério São Sebastião, em Itaquaquecetuba.
Vereadora é abordada por guarda municipal durante manifesto
Heloísa Lazarini
 A vereadora Carla Stephanini (PMDB) foi abordada por dois guardas municpais enquanto conversava com o grupo de mães que se reuniram em frente ao CNEC, na avenida Afonso Pena, para reivindicar a criação de um Ceinf (Centro de Educação Infantil) no local. O CNEC está fechado desde janeiro deste ano e em março foi retomado pela prefeitura depois de uma ação judicial.

Ao ser abordada pelo guarda, a vereadora lhe explicou o motivo da reivindicação e solicitou que a escola fosse aberta para que a imprensa e os pais das crianças pudessem ver o prédio. O pedido não foi aceito. No entanto, Carla aproveitou para mostrar aos presentes que a escola, que poderia ser utilizado como um Ceinf, está servindo de estacionamento para os carros da prefeitura. 

Segundo a vereadora, logo após a posse do prédio pela prefeitura, ela fez uma indicação ao executivo municpal para solicitar a transformação do espaço em um Ceinf. "Fizemos a indicação logo que a administração municipal retomou o prédio. Hoje o déficit de vagas em Campo Grande é altíssimo, (cerca de seis mil crianças entre zero e seis anos estão fora dos Ceinfs), apenas na região central são centenas", explica a vereadora. A indicação não foi respondida até hoje. Segundo a vereadora, a Câmara Municipal já enviou oito mil indicações ao prefeito, que respondeu a menos de 5%.

Conforme Carla, existe apenas um Ceinf no centro da Capital, que funciona em uma casa residencial na rua Piratininga. "Esse Ceinf é tímido, acanhado e não consegue ampliar as vagas por estar uma casa residencial", afirma. Segundo a vereadora é importante ressaltar que o acesso à educação é um direito das crianças. "Hoje nossa reivindcação tem dois pontos principais. Primeiro, temos que garantir o direito das crianças à educação e segundo temos que ajudar e dar condições para que o pais que trabalham no centro tenham onde deixar seus filhos", declarou Carla. 

Depois de abordarem a veredora, os guardas muncipais informaram que o secretário muncipal de educação José Chadid estava a caminho para encontrá-la e conversar junto com o grupo de pais que estava no local, no entanto, de acordo com mães que acabaram de sair do local, o secretário não apareceu.
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Vereadora é abordada por guarda municipal durante manifesto
Heloísa Lazarini
 A vereadora Carla Stephanini (PMDB) foi abordada por dois guardas municpais enquanto conversava com o grupo de mães que se reuniram em frente ao CNEC, na avenida Afonso Pena, para reivindicar a criação de um Ceinf (Centro de Educação Infantil) no local. O CNEC está fechado desde janeiro deste ano e em março foi retomado pela prefeitura depois de uma ação judicial.

Ao ser abordada pelo guarda, a vereadora lhe explicou o motivo da reivindicação e solicitou que a escola fosse aberta para que a imprensa e os pais das crianças pudessem ver o prédio. O pedido não foi aceito. No entanto, Carla aproveitou para mostrar aos presentes que a escola, que poderia ser utilizado como um Ceinf, está servindo de estacionamento para os carros da prefeitura. 

Segundo a vereadora, logo após a posse do prédio pela prefeitura, ela fez uma indicação ao executivo municpal para solicitar a transformação do espaço em um Ceinf. "Fizemos a indicação logo que a administração municipal retomou o prédio. Hoje o déficit de vagas em Campo Grande é altíssimo, (cerca de seis mil crianças entre zero e seis anos estão fora dos Ceinfs), apenas na região central são centenas", explica a vereadora. A indicação não foi respondida até hoje. Segundo a vereadora, a Câmara Municipal já enviou oito mil indicações ao prefeito, que respondeu a menos de 5%.

Conforme Carla, existe apenas um Ceinf no centro da Capital, que funciona em uma casa residencial na rua Piratininga. "Esse Ceinf é tímido, acanhado e não consegue ampliar as vagas por estar uma casa residencial", afirma. Segundo a vereadora é importante ressaltar que o acesso à educação é um direito das crianças. "Hoje nossa reivindcação tem dois pontos principais. Primeiro, temos que garantir o direito das crianças à educação e segundo temos que ajudar e dar condições para que o pais que trabalham no centro tenham onde deixar seus filhos", declarou Carla. 

Depois de abordarem a veredora, os guardas muncipais informaram que o secretário muncipal de educação José Chadid estava a caminho para encontrá-la e conversar junto com o grupo de pais que estava no local, no entanto, de acordo com mães que acabaram de sair do local, o secretário não apareceu.
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