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segunda-feira, 1 de junho de 2015

Contagem autoriza utilização de armas de fogo pela Guarda Municipal

Segundo prefeitura, inicialmente 150 profissionais serão treinados.
Decreto foi assinado na última sexta-feira (22).

Do G1 MG
Um decreto da Prefeitura de Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, regulamenta e autoriza o porte de arma pela Guarda Municipal da cidade. O documento assinado na última sexta-feira (22) pelo prefeito Carlin Moura e tem previsão de ser publicado no Diário Oficial do Município nesta semana.
De acordo com a prefeitura, o decreto permite que os guardas municipais utilizem armas dentro e fora de serviço. Inicialmente 150 profissionais passarão por um treinamento teórico e prático de manuseio de arma de fogo, o que representa cerca de 30% do quadro.
Ainda segundo a administração do município, antes do início do curso, os guardas passarão por exames psicológicos. A previsão é de que uma licitação seja aberta para aquisição das armas nos próximo 30 dias.
tópicos:

Moradores do Rio fazem protesto para pedir mais segurança na cidade

Morte de médico esfaqueado na Lagoa na terça-feira foi lembrada.
'Chega de levar facada', afirma guarda municipal.


Manifestantes pedem fim de mortes violentas no Rio (Foto: Matheus Rodrigues/G1)Manifestantes pedem fim de mortes violentas no Rio (Foto: Matheus Rodrigues/G1)
Pelo segundo dia, moradores do Rio fizeram uma manifestação na manhã deste domingo (24) na Lagoa Rodrigo de Freitas, Zona Sul do Rio, para pedir mais segurança na cidade. As pessoas lembraram de diversos casos de morte violenta no Rio, antes de realizarem uma passeata.
A morte do médico Jaime Gold, que foi esfaqueado na última quarta-feira (20) durante uma tentativa de assalto, foi lembrada. Assim como a morte do menino Alex que morreu em um ponto de ônibus em Botafogo. Ciclistas, guardas municipais e profissionais de diversas frentes participaram do ato.
Panfleto distribuído em protesto pede um "basta da violência" (Foto: Matheus Rodrigues/G1)Adesivo distribuído em protesto pede um "basta da violência" (Foto: Matheus Rodrigues/G1)
"Eu venho desabafar para dizer que as policiais militares e civis tem que estar presentes para atender a população. Tenho 20 anos de profissão e não quero ficar contendo camelô. Quero atender os moradores. É muito bonito fazer obra e estádio, mas os três pilares que são base da sociedade são saúde, segurança e educação. Chega de levar facada", disse o guarda municipal Jones Moura. Adesivos foram distribuídos pelos organizadores e pediam um "basta da violência".
Guarda municipal participa de ato contra a violência no Rio (Foto: Matheus Rodrigues/G1)Guarda municipal participa de ato contra a violência no Rio (Foto: Matheus Rodrigues/G1)

O administrador Wilman Gonzaga é um dos organizadores da manifestação e afirmou que todos os ciclistas estão sangrando com a morte de Gold. "Nós estamos sangrando por dentro, todos os ciclistas estão sangrando. Por isso que estamos aqui hoje nesta manifestação", afirmou.
Na manhã de sábado (23), um grupo se reuniu na Lagoa Rodrigo de Freitas para prestar uma homenagem ao médico Jaime Gold, que morreu na última quarta-feira (20) durante uma tentativa de assalto no bairro. Eles pediam mais segurança no trânsito e respeito entre as pessoas.
Ciclistas pedelaram no entorno da Lagoa e cobraram mais segurança nas ciclovias (Foto: Matheus Rodrigues/G1)Ciclistas pedelaram no entorno da Lagoa e cobraram mais segurança nas ciclovias (Foto: Matheus Rodrigues/G1)

 
TREINAMENTO | Terça, 26 de Maio de 2015 - 12:27

Guardas Civis Municipais recebem treinamento do DEPEN e Polícia Federal para uso de espingarda

O treinamento tem como objetivo capacitar os servidores para atuarem em ações preventivas e segurança dos bens de serviço de Campo Grande
POR: GCM COM DEPEN E POLÍCIA FEDERAL PARA ESPINGARDA CALIBRE 12
Trinta e cinco Guardas Civis Municipais concluíram hoje (25) o curso de espingarda calibre 12. Ministrado por instrutores da Polícia Federal e Departamento Penitenciário Nacional (DEPEN) o treinamento contemplou 40h/aula de curso prático e teórico.
O comandante da Guarda Civil Municipal, Lourenço Gaidarji, explica que o treinamento tem como objetivo capacitar os servidores para atuarem em ações preventivas e segurança dos bens de serviço de Campo Grande. “O curso proporcionou aos integrantes uma vivência prática e teórica importante para que os Guardas possam estar aptos a atuarem nas mais diversas situações e desempenharem com segurança suas funções .
O Secretário Municipal de Segurança Pública, Valério Azambuja informa que o treinamento com a espingarda calibre 12 faz parte do cronograma  de cursos destinado à capacitação dos Guardas Civis Municipais de Campo Grande. “Com mais esta etapa a administração visa dotar as servidores públicos de conhecimento técnico, prático e teórico para que os mesmos estejam em condição para realizar o manuseio e uso da espingarda calibre 12 em ações preventivas e de segurança em prol da segurança pública de nossos munícipes”.
Os Guardas Civis Municipais realizaram cerca de 1200 tiros durante cinco dias de curso e participaram de simulações de situações de risco e ações na contenção de distúrbios civis.   Na grade de formação teórica foram ministradas às disciplinas:  Conduta e Normas de Segurança, Dispositivos de Espingarda Calibre 12, manejo, desmontagem e montagem da arma, técnicas de tiro, negociação em crise, desembarque e embarque em viaturas, filosofia dos direitos humanos aplicado à atuação da Guarda Civil Municipal, atuação da Guarda frente aos grupos vulneráveis, sobrevivência urbana, ética e cidadania e legislação sobre o uso da arma de fogo.
Para o Guarda Civil Municipal Elton Santos, aluno do curso, a utilização da arma permite que eles desempenhem suas funções com ainda mais eficiência. “O armamento serve para conferir mais segurança para a população quanto para o próprio guarda durante seu trabalho”.
De acordo com as informações da Secretaria Municipal de Segurança Pública até o final do ano mais 350 guardas deverão receber a mesma capacitação.

Guarda Municipal faz manifesto em frente ao Palácio 17 de Julho

Guarda Municipal se algemou a uma grade na entrada do Palácio 17 de Julho
Protesto solidário
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FOTO: EVANDRO FREITAS
Fotografada por Evandro Freitas
Companheiros do GM tentam acalmar manifestante

VOLTA REDONDA
Quem passou pela Praça Sávio Gama, no bairro Aterrado, na manhã de ontem, se deparou com o Guarda Municipal João da Cruz Bastos, 55 anos, em um protesto solitário. O servidor cobra do prefeito cassado Antonio Francisco Neto (PMDB) o cumprimento do Mandado de Injunção expedido pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que dá direito a ele à Aposentadoria Especial. O ato chamou a atenção de populares que apoiaram a iniciativa.
Com uma panela e um apito, fazendo muito barulho, o Guarda Municipal se algemou a uma grade na entrada do Palácio 17 de Julho. Os guardas municipais, que estiveram no local por ordem do inspetor Batista, durante alguns minutos tentaram de todas as formas acalmar o manifestante. Uma viatura da GMVR chegou ao local para remover o agente até a delegacia ou a um hospital, mas não foi necessário, já que ele atendeu ao pedido dos colegas e foi para casa.
O Guarda Municipal contou que, pela manhã, foi à prefeitura falar com o secretário de Administração sobre o laudo de reconhecimento técnico que comprova a Insalubridade das atividades exercidas pelo agente de trânsito da corporação, que não ganha o adicional de insalubridade. “Eu não estou aqui pedindo cargo. Estou querendo apenas que o prefeito cumpra uma determinação judicial. Não sou marginal para ser levado para a delegacia. Quem não cumpre as leis é o senhor prefeito e não eu. Por isso, não tenho porque ser preso como determinou o inspetor Batista, também da Guarda Municipal”, declarou o servidor.
Logo que iniciou o manifesto, representantes do Sindicato dos Funcionários Públicos de Volta Redonda foram chamados ao local. O presidente e o advogado da entidade, Ataíde Oliveira e Victor Jácomo da Silva, respectivamente, e outros sindicalistas acompanharam o ato. Todos garantiram que o agente estava apenas usufruindo de um direito permitido por lei, o de protestar. Lembraram que em momento algum ele agrediu a ninguém, nem moral e nem fisicamente. “Ele não está fazendo nada demais. Está apenas protestando. Um direito de qualquer um trabalhador”, declarou o presidente, ressaltando que a entidade foi quem moveu a ação.
PROCESSO GANHO
Segundo informou o advogado do sindicato, Passos ganhou o processo de Aposentadoria Especial de 25 anos trabalhado em área insalubre. “Ele ganhou, mas a prefeitura, apesar do processo administrativo, alega que o agente não tem direito à aposentadoria, mas o laudo não é apresentado. Através de ofício, o secretário Carlos Macedo nos informou que o laudo não foi concluído. Só que já são três meses de espera e até agora, nada. Já era para estar pronto”, declarou o advogado, ressaltando que o prefeito terá que cumprir o Mandado de Injunção.          
Segundo Passos, há 35 anos na corporação, foi o primeiro Guarda Municipal da região a ganhar o beneficio, mas que não foi cumprido. Lembrou que o Mandado de Injunção tem o número 6236 DF-STF baseado no art 40, & 4º, II, III, da Constituição de 88, e pode ser conferido via internet.
O Laudo de Avaliação de Ruído Ocupacional, da lei 8.213/1991 Art..57, foi concluído depois das avaliações realizados pela GL Medicina e Engenharia do Trabalho. No último dia 18, foram realizadas avaliações de ruído na Avenida Paulo de Frontin, esquina com Rua Luiz Alves Pereira, no Aterrado, por uma agente e um funcionário da GL, e na Avenida Amaral Peixoto, esquina com a Rua São João, no Centro, por uma funcionária da GMF, acompanhada por uma técnica de Segurança do Trabalho do DRH/PMVR.
OUTROS LAUDOS
Segundo informações, no ano de 2014, já haviam sido realizados dois laudos e recusados, sendo que todos são favoráveis ao GM Passos. O agente lembrou que o laudo é do conhecimento do comando da GMVR. “A ação foi movida e ganha pelo Sindicato dos Funcionários da PMVR”, concluiu Passos.
Muitas das pessoas que passaram pelo local no momento em que o Guarda Passos fazia seu protesto apoiaram a iniciativa. Ressaltaram que, como ele, há muitos servidores. “Eu também estou por pouco para surtar. Estou há anos vendo a injustiça sendo cometida por essa administração sem nenhuma punição. Se nós, trabalhadores humildes, decidimos por um ato, por desespero, logo a Guarda Municipal dá ordem para nos prender. É um absurdo ver um governo que faz o que quer, não cumpre com as determinações judiciais e ainda por cima tenta calar a boca de quem está desesperado. Chega, está na hora de dar uma basta nisso”, desabafou um servidor público que passava pelo local do protesto.
Vale ressaltar que tramita na Câmara Federal um projeto em favor das Guardas Municipais. A falta de lei que regulamentam direitos dos guardas preocupa os profissionais da área.
A equipe de reportagem do A VOZ DA CIDADE procurou  a Administração Municipal para obter maiores informações sobre o processo do Guarda Passos e o porque do não cumprimento do Mandado de Injunção expedido pelo STF, mas até o fechamento desta edição ninguém havia respondido.

Delegado Bruno Urban ministra palestra para guardas municipais

Temas tratados na palestra vão do abuso de autoridade até as prisões em flagrante.
O Delegado Bruno Urban é lotado na Depac-Centro
O Delegado Bruno Urban é lotado na Depac-Centro / Marco ASA
O Delegado Bruno Urban, lotado na Depac-Centro (Delegacia de Pronto Atendimento do Centro) de Campo Grande, ministra hoje e na próxima sexta (29) palestra para os integrantes da Guarda Municipal de Campo grande. O evento está sendo realizado no auditório do IMPCG - Instituto Municipal de Previdência de Campo Grande.
A palestra é de extrema importância uma vez que serve como treinamento para os guardas municipais de Campo Grande sobre como agir em momentos de risco, cuidando para que não haja casos de abuso de autoridade, além dos procedimentos de prisão em flagrante, quando os guardas devem agir em sinergia com outras esperas policiais (Polícias Civil e Militar).
"É importante o delegado de polícia possa orientar os guardas municipais, numa interação entre a Polícia Civil e a Guarda Municipal, sempre pelo bem da população e da segurança pública" ressaltou o Delegado Urban.
Estiveram presentes na palestra o comandante da Guarda Civil Municipal, Lourenço Gaidarji, Secretário Adjunto de Segurança da Prefeitura de Campo Grande, Emerson de Almeida Vicente e representantes da Secretaria Estadual de Segurança.

Polícia Civil diz que guarda matou namorada em shopping após briga

EM 31 DE MAIO DE 2015 AS 00H11
Tio diz que homem não era violento e nunca tinha ameaçado a vítima.
Homem se matou com tiro na cabeça após atirar contra a vítima, em Goiás.
Fonte: G1
 
A Polícia Civil informou que o guarda civil metropolitano Ewerton Duarte Caldas, de 38 anos, matou a namorada, Juliana Paiva Martins, de 25, após uma briga no Buriti Shopping, em Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana. “Foi um problema passional. O casal estava tendo uma tensão na própria praça de alimentação que culminou nessa situação trágica”, disse o delegado responsável pelo caso, André Fernandes.

Após disparar contra a vítima, Ewerton atirou na própria cabeça e morreu em um hospital. A família disse que ainda não sabe o que levou o homem a cometer o crime e que ele não era agressivo. “Nunca soubemos que ele tivesse ameaçado ela ou que já tivessem brigado alguma vez. Ele não era violento”, disse ao G1 o tio do guarda, o porteiro Orlando de Jesus dos Santos.

A polícia ainda vai investigar se Ewerton trocou mensagens de celular com um amigo, dizendo que estava dando tudo errado em sua vida e que estava prestes a fazer uma besteira.

"Nós temos essas informações que não se confirmam até o presente momento, mas isso depende de coletas de testemunhas ainda, do processo investigativo", disse o delegado.

O tio de Ewerton contou que o sobrinho já foi casado, mas se separou há cerca de sete anos. Depois do divórcio, ele passou a morar com a mãe e os dois filhos, uma menina de 11 anos e um garoto, de 9. “Ele era filho único, então a mãe está em choque até agora. Ela que cuidava dos meninos quando ele ia trabalhar”, afirma o tio. O guarda apresentou Juliana à família como namorada há três meses.

A família de Ewerton disse que ainda não teve contato com a família da jovem morta. “Não temos palavras para confortar a outra família ou pedir desculpas pelo ato do meu sobrinho. Ainda não sabemos o que provocou esse ato dele, então não temos nem o que falar”, lamentou Orlando.

O corpo de Juliana é velado no Cemitério Jardim das Palmeiras, no Setor Centro Oeste. Já o corpo de Ewerton não foi liberado do Instituto Médico Legal (IML) até a publicação desta reportagem.

Licença médica
De acordo com o porteiro, o sobrinho tinha voltado ao trabalho há 15 dias, após licença médica para cuidar de problemas psicológicos. “A mãe dele me disse que ele estava muito estressado e nervoso ultimamente, mas já tinha buscado auxílio médico e estava tomando remédios. Só que esse estresse era coisa normal da profissão dele”, relata o tio.

O subcomandante da Guarda Municipal de Goiânia, ValdimirPassos, confirmou que o guarda ficou de licença médica durante 30 dias. Desde que retornou, ele atuava no serviço administrativo. Passos informou também que a arma utilizada no crime não pertence à corporação.

Crime
O homicídio aconteceu na noite de sexta-feira (29), na praça de alimentação do Buriti Shopping. O guarda civil atirou contra a jovem e, em seguida, atirou na própria cabeça. Ele chegou a ser socorrido pelo Corpo de Bombeiros, mas morreu na madrugada de sábado (30), no Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo).

No momento do crime, o shopping ainda estava aberto. Por isso, muitos clientes e funcionários estavam no local. Após o homicídio, a área foi isolada para que os bombeiros pudessem fazer o socorro e, em seguida, os policiais pudessem realizar a perícia.

Em nota, o Buriti Shopping lamentou o ocorrido e afirmou que prestará todo o suporte necessário para a família das vítimas. O centro comercial voltou a funcionar normalmente ontem de manhã.

Jovem morta em shopping pediu socorro a funcionários, diz polícia

Testemunha relatou que vítima disse ter sido estuprada e que era ameaçada.
Guarda se matou após executar jovem; para polícia, motivo foi passional.

Vitor SantanaDo G1 GO
Juliana Paiva Martins, morta pelo namorado em shopping de Aparecida de Goiânia, Goiás (Foto: Reprodução/ Facebook)Juliana foi morta com um tiro na cabeça pelo
namorado (Foto: Reprodução/ Facebook)
Juliana Paiva Martins, de 25 anos, morta pelo namorado no Buriti Shopping, em Aparecida de Goiânia, teria pedido socorro a funcionários de uma das lojas do centro comercial momentos antes de ser morta, segundo o delegado responsável pelo caso, André Fernandes. “Um atendente disse que ela pediu para chamar a polícia, que ela estava sendo ameaçada pelo namorado e que tinha sido estuprada por ele”, relatou ao G1.
A jovem morreu na sexta-feira (29). Ela estava com o namorado o guarda civil metropolitano, Ewerton Duarte Caldas, de 38 anos. O casal estava na praça de alimentação do shopping quando, segundo a Polícia Civil, tiveram um desentendimento e o homem atirou na cabeça de Juliana. Em seguida, disparou contra a própria. Ele chegou a ser socorrido, mas morreu horas depois, no Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo).
A família de Ewerton, no entanto, diz que desconhecia qualquer desavença ou ameaça entre o casal. “Nunca soubemos que ele tivesse ameaçado ela ou que já tivessem brigado alguma vez. Ele não era violento”, disse ao G1 o tio de Ewerton, o porteiro Orlando de Jesus dos Santos.O delegado disse que essas informações ainda são preliminares e que as testemunhas começarão a ser ouvidas na segunda-feira (1º). “Essas foram informações obtidas no local do crime, durante o trabalho de perícia, mas precisam ser confirmadas. Temos que ouvir essas pessoas e investigar se procede o que elas relatam. Também foi recolhido material análise, para comprovar ou não esse estupro”, esclareceu Fernandes.
Ewerton Duarte Caldas matou namorada em shopping de Aparecida de Goiânia, Goiás (Foto: Divulgação/PM)Ewerton atirou contra a própria cabeça após matar
namorada (Foto: Divulgação/PM)
O parente contou que o sobrinho já foi casado, mas se separou há cerca de sete anos. Depois do divórcio, Ewerton passou a morar com a mãe e os dois filhos, uma menina de 11 anos e um garoto, de 9. “Ele era filho único, então a mãe está em choque até agora. Ela que cuidava dos meninos quando ele ia trabalhar”, afirma o tio. O guarda apresentou Juliana à família como namorada há três meses.
A família de Ewerton disse que ainda não teve contato com a família da jovem morta. “Não temos palavras para confortar a outra família ou pedir desculpas pelo ato do meu sobrinho. Ainda não sabemos o que provocou esse ato dele, então não temos nem o que falar”, lamentou Orlando.
Indignado com o crime, o cantor Darwin Rocha, primo de Juliana, publicou em uma rede social que a jovem foi vítima de uma “violência insana”. Ainda na internet, o familiar desabafou pedindo paz: “Basta de tanta violência! Basta de tanto machismo! Basta de tantos rancores! Basta de violência na TV, nas ruas, nas casas! Basta dessa cultura da violência!”.
Mensagens
A polícia ainda vai investigar se, antes de atirar na namorada, Ewerton enviou uma mensagem por um aplicativo de celular para um amigo, identificado como Gustavo, dizendo que ia "fazer besteira". O homem perguntou o motivo e o guarda respondeu: "Revoltado com umas coisas. Saca, vida ta dando tudo errado (sic)".
O delegado acredita que o crime teve motivação passional. Antes do crime, os namorados tiveram uma briga no shopping. "O casal estava tendo uma tensão na própria praça de alimentação que culminou nessa situação trágica”, disse o delegado.
Homem mata mulher e tenta suicídio em shopping de Aparecida de Goiânia, Goiás (Foto: Divulgação/PM)Homem chegou a ser atendido, mas morreu horas depois no Hugo (Foto: Divulgação/PM)
Em nota, o Buriti Shopping lamentou o ocorrido e afirmou que prestará todo o suporte necessário para a família das vítimas. O centro comercial voltou a funcionar normalmente na manhã seguinte ao crime.
Licença médica
Ewerton tinha voltado ao trabalho como guarda civil metropolitano há 15 dias, após uma licença médica para cuidar de problemas psicológicos. “A mãe dele me disse que ele estava muito estressado e nervoso ultimamente, mas já tinha buscado auxílio médico e estava tomando remédios. Só que esse estresse era coisa normal da profissão dele”, relatou o tio.
O subcomandante da Guarda Municipal de Goiânia, Valdimir de Souza Passos, confirmou que o guarda ficou de licença médica durante 30 dias. Desde que retornou, ele atuava no serviço administrativo. Passos informou também que a arma utilizada no crime não pertence à corporação.
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