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sábado, 26 de janeiro de 2013


23/01/2013 16h18 - Atualizado em 23/01/2013 16h22

Guardas municipais vão ajudar Marinha na fiscalização das praias

Treinamento está sendo realizado em Santos e Praia Grande.
Convênio deve ser firmado nos próximos 30 dias no litoral de SP.

Do G1 Santos
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A Marinha pretende fiscalizar com mais ênfase quem desrespeita as leis no mar. Para diminuir as imprudências, a Marinha realizou nesta quarta-feira (23) um treinamento com os guardas municipais das cidades de Santos e Praia Grande, no litoral de São Paulo. Eles serão fundamentais para repassar os flagrantes à Marinha. O convênio dessa parceira deve ser assinado nos próximos dias.

As orientações dadas pela Capitania dos Portos reforça os cuidados que as embarcações marítimas devem ter ao sair no mar. Segundo o chefe de segurança da Capitania dos Portos Valter Barros Barbosa, são situações que podem colocar em risco a vida dos banhistas nas praias da região.“Bertioga também está em um processo de assinar um convênio, nós já ministramos uma palestra com os guardas municipais daquele município e eu acho que a tendência seria as prefeituras, que já prestam esse serviço à comunidade, ou seja, fiscalizando a orla , conjugar esses esforços juntos com a Marinha”, explica Barbosa.
De acordo com o inspetor da Guarda Costeira de Praia Grande Delfo Almeida, a ideia é que a parceria entre as cidades e a Capitania dos Portos possa trazer segurança para quem visita as praias. “Nós já fazemos esse trabalho desde 1997, que a partir de 2000 foi celebrado um convênio com a Capitania dos Portos. Então, essa fiscalização a gente já vem fazendo, já estudou as leis, a gente já notifica as embarcações com irregularidades, então serve mais como aprimoramento pessoal”, diz o inspetor.

Para o comandante da Guarda Municipal de Santos Flavio Brito Júnior a parceria deve ser firmada em breve. “Eu acredito que nos próximos 30 dias esse convênio será firmado e, a partir de então, os guardas municipais passarão a notificar os banhistas e aqueles infratores, para que posteriormente eles possam ser chamados pela Capitania dos Portos e, aí sim serem observados sobre a irregularidades”, afirma Brito Júnior.

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Marinha faz treinamento com Guarda Municipal de Santos e Praia Grande (Foto: Reprodução/TV Tribuna)Marinha faz treinamento com Guarda Municipal de Santos e Praia Grande (Foto: Reprodução/TV Tribuna)



Guardas municipais do Rio cedidos devem voltar à corporação até 17 de fevereiro

Autoria:  em 25 janeiro, as 22:35 Em Política

 

Guardas municipais terão que voltar à corporação
Foto:
Ana Branco
Todos os guardas municipais da Prefeitura  do Rio cedidos a outros órgãos públicos devem retornar à corporação até o dia 17 de fevereiro. A partir dessa data, a Diretoria de Recursos Humanos da Guarda vai registrar como falta a ausência do trabalho dos que não se apresentarem, o que poderá resultar na instauração de um processo administrativo disciplinar.
Um decreto do prefeito Eduardo Paes determinou o retorno dos guardas cedidos. A portaria que regulamentou a decisão de Paes e estabeleceu um prazo para o retorno havia saído na edição da última quinta-feira do Diário Oficial, mas voltou a ser publicada nesta sexta-feira, em virtude de uma incorreção. A Guarda vai passar a informação aos órgãos nos quais os servidores estão trabalhando, pedindo para que os controles de frequência e as folhas de ponto deles sejam encerrados até 17 de fevereiro.

Guarda Municipal tem o desafio de aparelhar a corporação e quitar aluguel para não ser despejada

Após o incidente ocorrido na escola municipal Araci Nascimento, a Guarda Civil Municipal de Macapá aplica medidas punitivas aos seus membros que não agirem de acordo com as regras da companhia. A decisão é para ordenar o efetivo e melhorar o atendimento à população. A corporação conta com um efetivo de 562 guardas, responsáveis pelo bem-estar da população e pela conservação de prédios e bens públicos.
Avaliação feita pela nova gestão na escala dos servidores da Guarda detectou irregularidades na disponibilização do efetivo. Existe um quantitativo com desvio de função, à disposição de órgãos do Estado e de políticos.
“Estamos falando de um efetivo de mais de 100 guardas municipais que não retornaram ao serviço. Outros, simplesmente, nem aparecem nas escalas de serviço”, garante o comandante Luiz Álvaro.
Isso é apenas parte do problema. De acordo com o comandante, a Guarda Municipal foi passada ao comando dele com graves irregularidades em sua administração. Há apenas uma viatura em funcionamento, oito estão sucateadas. Outras duas foram concertadas com ajuda financeira dos próprios guardas municipais.
Para os serviços de ronda em praças, orla da cidade e no centro, a corporação contava com o apoio 40 bicicletas, dessas, somente 18 foram encontradas, mas apenas 10 estão em uso, após passarem por consertos.
O prédio onde funciona a Guarda, além de ter sido condenado pela defesa civil, está sob ordem de despejo. A dívida acumulada por conta de mais de um ano de aluguel em atraso, soma R$ 120 mil.
São muitas as dificuldades para colocar em pleno funcionamento os serviços. Segundo informações dos próprios guardas, nos últimos três meses de 2012 a fiscalização dos trabalhos não estava mais ocorrendo e guardas abandonavam seus postos, sem sofrer qualquer pena administrativa.
“Escolas municipais, postos de saúde, Câmara de vereadores, Palácio Laurindo Banha, Vice-Prefeitura, Subprefeituras e complexos nos bairros. Todos são protegidos pela guarda municipal, mas sem orçamento é impossível trabalhar com dignidade. Não temos gasolina para as viaturas e nem artifícios para fiscalizar o efetivo. A última gestão nos deixou uma dívida de mais de R$ 190 mil e uma infraestrutura obsoleta, com falta de material básico. Infelizmente a guarda municipal foi abandonada pelos antigos gestores e nossa missão é retomar todos os serviços e tornar a guarda municipal um símbolo de cidadania e confiabilidade.” Finalizou o comandante Luiz Álvaro.

Marcelo Corrêa – Asscom GCMM
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