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domingo, 10 de novembro de 2013

Prefeitura e polícia de Rio Preto vão investigar pancadaria na Câmara


Após sessão da Câmara, houve pancadaria entre guardas e manifestantes.
Manifestantes protestavam contra arquivamento de CP contra vereador.

Do G1 Rio Preto e Araçatuba
ora
A prefeitura de São José do Rio Preto (SP) e a polícia vão investigar as imagens gravadas no fim da última sessão na Câmara para avaliar a conduta dos manifestantes, vereadores e da Guarda Municipal na pancadaria que ocorreu na saída do prédio. De um lado, manifestantes bloquearam todas as saídas da Câmara de Rio Preto. Do outro lado, guardas municipais que ultrapassaram o limite da lei e usaram de truculência na liberação do caminho.
Um dos agredidos na saída da sessão desta terça-feira (5) foi o funcionário público Rafael Brandão. As marcas das agressões estão espalhadas por quase todo o corpo dele.  Ele e o colega foram alvos de chutes e golpes de cassetete durante a confusão entre manifestantes e guardas municipais, em frente à Câmara de Rio Preto. “De uma hora para outra eu comecei a receber borrachadas na costela”, afirma.
Nas imagens feitas pelo Tem Notícias, os manifestantes estão sentados, tentando se defender, enquanto são agredidos pelos guardas. “Chegaram em formação já, todos juntos, dando porrada em meninas no chão, foram caçando a gente e saímos correndo pelos canteiros e apanhando pelas costas”, diz o barman Bruno Possi.

O menor que apanhou no rosto esteve na sessão e em vários momentos os manifestantes ironizavam a cena do tapa e o presidente da Casa, Paulo Pauléra, pedia silêncio. Quando a maioria dos vereadores votou contra o pedido de abertura da comissão processante, o grupo que protestava foi para a rua e bloqueou todas as saídas da Câmara.
Os jovens protestavam pelo arquivamento de dois pedidos de abertura de comissão processante contra o vereador Fábio Marcondes (PR). Ele foi flagrado, na semana passada, dando um tapa no rosto de um adolescente de 17 anos. A agressão ocorreu quando um grupo discutia com o vereador, depois que ele se posicionou contra um projeto que beneficiaria a AMA, Associação Amigos dos Mananciais. “Desde que seja um protesto pacífico não tem o que fazer, tem de respeitar”, disse o vereador na época.
Fábio Marcondes saiu escoltado por policiais militares. Preso do lado de dentro do estacionamento, o vereador Celso Luiz de Oliveira, o Peixão, (PSB) apertou o botão que abre o portão, o que acaba gerando toda a pancadaria. Nas imagens, dá para ouvir ele dizendo “pode abrir, vamos ver se eles vão encarar nós”.
Os guardas foram para cima do grupo que permanecia sentado na rua. Nesse momento, a situação fugiu do controle e um jovem levou várias pancadas de cassetete nas costas. O menor de 17 anos, que apanhou de Fábio Marcondes na semana passada, apareceu nas imagens com o colega que foi agredido.
Na confusão, uma lixeira foi queimada e pelo menos quatro pessoas foram presas. Questionado porque abriu o portão que garantia a segurança das pessoas, o vereador Peixão deu uma versão diferente do que foi mostrado nas imagens. “Acontece que eles arrombaram o portão e única coisa que pedíamos é que queríamos ir embora. Trabalhamos o dia inteiro e estou no meu direito de ir embora e sou contra a violência”, afirma Peixão.
Para o presidente da Câmara, a Guarda Civil não tinha outra alternativa para desbloquear as saídas do prédio.  “Houve, pelo que disseram, ofensas das pessoas que estavam ali, desconsiderando a Guarda Municipal, então houve essa reação que repudiamos, mas não podemos tirar o direito das pessoas se defenderem”, afirma. Todos os detidos foram ouvidos e liberados. Seis ocorrências de agressão foram registradas pelos manifestantes contra os guardas municipais.
Garda Municipal agride manifestantes (Foto: Reprodução / TV Tem)Guarda Municipal agride manifestantes (Foto: Reprodução / TV Tem)

Londrina perde quase 40 guardas municipais para outros concursos

28 guardas antigos e 11 em formação deixaram a GM principalmente por causa da aprovação no concurso da PM

Redação Bonde



 

A Guarda Municipal de Londrina perdeu 39 guardas municipais para outros concursos públicos, principalmente para a Polícia Militar, que realizou a formatura dos novos integrantes nesta terça-feira (5). Em Londrina, o 5º Batalhão vai ganhar mais 120 policiais e a 4ª Companhia Independente outros 60 novos policiais.

Em entrevista à rádio CBN Londrina, o secretário de Defesa Social, Rubens Guimarães, informou que 28 guardas antigos e 11 em formação deixaram a GM por conta dos concursos. Assim, a Guarda Municipal passou a ter o efetivo de 158 guardas ao invés de 186. No dia 6 de dezembro, 189 novos integrantes vão reforçar a Guarda Municipal com o fim dos treinamentos.

Divulgação/N.COM


"Deste concurso que foi chamado 200, nós temos em torno de 130 que resta apenas fazer o exame de saúde e o admissional. Então é possível realizar uma nova chamada. Eu encaminhei um documento à Secretaria do Planejamento pleiteando no mínimo 40 para reposição dos que estão deixando a Guarda Municipal", informou o secretário.

Até a chegada dos novos guardas, alguns pontos fixos serão patrulhados. "Se o Planejamento autorizar, os novos receberão treinamento completo a partir da primeira quinzena de dezembro para em abrir repor as vagas dos 40 que saíram da Guarda", acrescentou.

No próximo ano, 346 guardas estarão em atividade nas ruas, conforme a previsão do Secretaria de Defesa Social. O objetivo é terminar a gestão com no mínimo 600 guardas municipais. "Na verdade, a gente precisa de 542 guardas hoje para fazer frente a demanda do município, mas isso vem na sequência conforme o plano apresentado ao prefeito, dependendo da questão orçamentária."
Thassiana Macedo - 06/11/2013

Insatisfeitos, guardas municipais ameaçam greve por melhorias

Arquivo
Além da falta de efetivo, os GMs reclamam que recebem baixos salários e sem direito a horas extras

Guardas municipais se reuniram ontem no Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Uberaba (SSPMU) para discutir a situação da categoria. Eles estão insatisfeitos com as condições de trabalho impostas pela Prefeitura de Uberaba e chegaram a cogitar a possibilidade de entrar em greve a fim de obter melhorias. Além da falta de efetivo, os GMs reclamam que recebem baixos salários e sem direito a horas extras.
De acordo com o presidente do SSPMU, Luiz Carlos dos Santos, durante a reunião os guardas municipais apresentaram a ameaça de greve. “Mas nós conversamos com eles e colocamos que primeiramente a categoria deve buscar um diálogo e um entendimento junto à Administração e é isso que vamos fazer. Vamos agendar uma reunião para a próxima sexta-feira (8) com o secretário de Administração, Carlos Bracarense, e com o secretário de Trânsito e Transporte, Emanuel Kappel, para levarmos os anseios da categoria e ver o que pode ser feito”, afirma. Para ele, é preciso que a categoria esgote todos os meios possíveis de resolver a situação com a Administração antes de deflagrar a greve.
A categoria reclama que o novo diretor impôs uma escala de serviço rotativa, na qual os GMs trabalham sábado, domingo, feriados e pontos facultativos. “A maioria da Guarda tinha hora extra, mas com a mudança da escala eles perderam as horas extras e a Prefeitura está pagando apenas o salário normal. Eles querem que a Administração os compense de alguma outra forma. Eles têm uma gratificação de R$309, mas entendem que se a Prefeitura está economizando, e muito, com a mudança da escala, querem uma compensação, porque cada um deles tem compromissos a cumprir. Há guarda que teve redução de mais de R$800. Eles ganham pouco mais que o salário mínimo, sendo que a gratificação e as horas extras melhoravam o salário no fim do mês”, explica.
Outro motivo de insatisfação é o efetivo que a Guarda Municipal de Uberaba tem hoje, o qual não seria suficiente para as atribuições da corporação. Com efetivo reduzido, eles reclamam que alguns serviços ficam prejudicados, como, por exemplo, a Patrulha do Silêncio. “Eles dizem que com o atual efetivo não conseguem atender a todas as solicitações e que, com a escala rotativa, vão trabalhar quase sem descanso. A princípio, eles não querem onerar o município, mas eles também não querem perder, o que está acontecendo pela forma como está sendo colocado pelo novo comandante da Guarda”, completa Luiz Carlos dos Santos.

Guarda civil aposta nos games para se aproximar de alunos em São José


Inspetor idealizou torneio de futebol virtual em escola da periferia da cidade.
Objetivo é melhorar comportamento e relação dos estudantes com a GCM.

Do G1 Vale do Paraíba e Região
6 comentários
Video game guarda municipal São José dos Campos (Foto: Reprodução/TV Vanguarda)Guarda municipal 'enfrenta' aluno durante jogo de futebol virtual dentro da sala de aula na zona leste de São José dos Campos. (Foto: Reprodução/TV Vanguarda)
Um campeonato de futebol virtual dentro de sala de aula busca aproximar os estudantes e a Guarda Municipal de São José dos Campos (SP). Todos os alunos do 6º ao 9º da Escola Municipal de Ensino Fundamental Geraldo de Almeida puderam participar, mas foi o comportamento que determinou a permanência de cada um no torneio, que começou em setembro e tem final marcada para o próximo dia 23.

Para não comprometer o rendimento escolar das 13 turmas envolvidas, foi determinado que as duplas saíssem uma de cada vez e depois retornassem à sala. A ação faz parte do programa 'Escola Segura' e contou com o apoio da cooperativa dos servidores municipais, que doou o videogame usado nos jogos, um Xbox 360.

A ideia de fazer os confrontos em eliminatórias simples com jogos de 10 minutos foi do inspetor Celso Ferreira e envolveu 177 alunos. "O nosso objetivo é estreitar o laço entre o aluno e o guarda. Que o aluno veja o guarda como um amigo, um companheiro. Sempre quando precisar, não procurar outras pessoas fora da escola, e sim a Guarda Municipal", Celso Ferreira, guarda municipal.

O momento de diversão com os guardas municipais também está mudando a imagem deles entre adolescentes da periferia da cidade. A escola fica no bairro Pousada do Vale, na zona leste. "Acho que o nosso objetivo foi alcançado, a gente conseguiu mudar essa visão que eles têm da Guarda Municipal e para a gente isso é importante. Porque eu acho que eles vão pensar antes de se envolver em ocorrência, porque foi tão legal, eles participaram com tanta vontade que eu acho que a tendência é só melhorar", afirmou Débora Nunes, diretora da escola

Guarda civil aposta nos games para se aproximar de alunos em São José


Inspetor idealizou torneio de futebol virtual em escola da periferia da cidade.
Objetivo é melhorar comportamento e relação dos estudantes com a GCM.

Do G1 Vale do Paraíba e Região
6 comentários
Video game guarda municipal São José dos Campos (Foto: Reprodução/TV Vanguarda)Guarda municipal 'enfrenta' aluno durante jogo de futebol virtual dentro da sala de aula na zona leste de São José dos Campos. (Foto: Reprodução/TV Vanguarda)
Um campeonato de futebol virtual dentro de sala de aula busca aproximar os estudantes e a Guarda Municipal de São José dos Campos (SP). Todos os alunos do 6º ao 9º da Escola Municipal de Ensino Fundamental Geraldo de Almeida puderam participar, mas foi o comportamento que determinou a permanência de cada um no torneio, que começou em setembro e tem final marcada para o próximo dia 23.

Para não comprometer o rendimento escolar das 13 turmas envolvidas, foi determinado que as duplas saíssem uma de cada vez e depois retornassem à sala. A ação faz parte do programa 'Escola Segura' e contou com o apoio da cooperativa dos servidores municipais, que doou o videogame usado nos jogos, um Xbox 360.

A ideia de fazer os confrontos em eliminatórias simples com jogos de 10 minutos foi do inspetor Celso Ferreira e envolveu 177 alunos. "O nosso objetivo é estreitar o laço entre o aluno e o guarda. Que o aluno veja o guarda como um amigo, um companheiro. Sempre quando precisar, não procurar outras pessoas fora da escola, e sim a Guarda Municipal", Celso Ferreira, guarda municipal.

O momento de diversão com os guardas municipais também está mudando a imagem deles entre adolescentes da periferia da cidade. A escola fica no bairro Pousada do Vale, na zona leste. "Acho que o nosso objetivo foi alcançado, a gente conseguiu mudar essa visão que eles têm da Guarda Municipal e para a gente isso é importante. Porque eu acho que eles vão pensar antes de se envolver em ocorrência, porque foi tão legal, eles participaram com tanta vontade que eu acho que a tendência é só melhorar", afirmou Débora Nunes, diretora da escola

Guarda municipal faz parto de catadora em Fortaleza; veja vídeo


Guarda passava pelo local e socorreu mulher no São João do Tauape. 
Criança nasceu com dois quilos e 665 gramas.


A guarda municipal Daylene Bezerra chegou ansiosa ao Hospital Gonzaguinha da Barra do Ceará na manhã desta quinta-feira (7) para reencontrar o bebê que ajudou a dar à luz. “A emoção é a mesma do primeiro dia”, diz. Na noite da segunda-feira (4), Daylene e mais três guardas viram a catadora Marilene Ferreira sentir dores em uma rua no Bairro São João do Tauape. “Não conseguia mais andar. Eles viram e desceram do carro”, lembra a mãe. O vídeo do momento do parto foi registrado pelo guarda municipal Valcélio Vasconcelos
A ambulância do Serviço de Atendimento Móvel (Samu) não chegou a tempo, e a equipe teve de pedir ajuda aos moradores do bairro para fazer o parto. Um estudante de medicina que passava pelo local parou para dar assistência. Por sorte, uma ambulância particular também parou e cedeu um aparelho de oxigênio. Depois de 30 minutos de trabalho de parto, Marilene teve o bebê. O menino  que ainda não recebeu nome nasceu com dois quilos e 665 gramas.  

Marilene e o filho ainda vão ficar 10 dias no hospital para observação. Segundo o hospital, quando deixarem a unidade, os dois serão acompanhados por assistentes sociais.
Depois do parto, mãe e filho foram levados para o hospital. Três dias após o nascimento, os dois estão na enfermaria, onde toda a equipe da Guarda Municipal pode reencontrar e colocar o bebê nos braços, um a um.“A emoção é a mesma do primeiro dia. Como ele não tem nome, a príncipio colocaria Vitor, mas ele tem cara de Gabriel”, diz Daylene.
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