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terça-feira, 20 de outubro de 2009

MS-A Defesa Civil de Dourados, órgão mantido pela Guarda Municipal atende famílias castigadas pela chuva

A Defesa Civil de Dourados passou o dia inteiro desta segunda-feira, em auxílio às famílias prejudicadas pelo grande volume de chuva registrado na cidade. Nos fundos do Jardim Monte Líbano, em uma área ocupada por cerca de dez famílias, os agentes fizeram a retirada de alguns moradores que foram acomodados em casas de parentes. Também foi aberta uma vala para o escoamento da água da enxurrada.Com uma equipe de 20 agentes e o uso de caminhões e de retro escavadeira, a Defesa Civil de Dourados, órgão mantido pela Guarda Municipal(GM) atendeu em um dia mais de 50 ocorrências. João Vicente Chiencarek, coordenador municipal da Defesa Civil, disse que entre as regiões mais prejudicadas com as chuvas estão a Vila Cachoeirinha, Jardim Caimã, Monte Líbano, Jardim Guarujá, além da Reserva Indígena onde com o vendaval registrado no domingo, várias casas foram destelhadas.Chiencarek, explicou que a prefeitura já disponibilizou um alojamento nas dependências do Estádio Douradão em caso de urgência, um caminhão para transportar as famílias e seus pertencentes e ainda lonas e cestas básicas. Segundo ele, paralelo a esta estrutura emergencial que foi disponibilizada, equipes das Secretarias de Obras e Serviços Urbanos (Semsur) trabalham na abertura de valetas para escoamento da água, recolhimento de entulhos das bocas de lobo, poda e retirada de árvores ameaçadas de cair e manutenção da rede elétrica que também foi comprometida pelo temporal.Elizabete Alves Primo, que mora com os quatro filhos pequenos em uma área ocupada nos fundos do Monte Líbano, disse que se não fosse o trabalho rápido da Defesa Civil, a água suja vinda com a enxurrada teria invadido por completo a casa. “Eu estava no meu serviço quando vi que “tava” chovendo muito e que tinha que ir socorrer meus filhos. Quando cheguei aqui vi que minha filha estava com muito medo, a água já tinha entrado no quarto. Mas graças a Deus o pessoal da Guarda Municipal veio logo e conseguiu evitar que minha casinha ficasse no meio da lama”, relatou.Outra moradora atendida pelos agentes da Defesa Civil de Dourados foi Fabiana Silva Oliveira 18, que se mudou para os fundos do Monte Líbano há algumas semanas. Ela contou que como não tinha para onde ir com o marido e nem condições de pagar aluguel, decidiu ocupar uma daquelas áreas.“A água entrou tudo dentro de casa porque além da chuva que não parava mais, tem um bueiro aqui que entupiu. Os guardas desentupiram e abriram ali pra água escorrer, por enquanto o problema está resolvido, mas precisamos ir para um lugar mais seguro se continuar chovendo”, observou Fabiana.Por determinação do prefeito Ari Artuzi(PDT), todos os órgãos da administração municipal que prestam este tipo de auxílio vão permanecer de prontidão para atender as ocorrências, principalmente as mais críticas. Assim que a chuva der uma trégua e o tempo se firmar, outras medidas para recuperação destas e demais áreas da cidade afetadas pelo temporal serão tomadas.

RJ-Guarda Municipal detém dois menores na Lapa

A Guarda Municipal deteve dois menores por furto na Lapa, na madrugada do último domingo, dia 18. Também no domingo, equipe da 13ª Inspetoria apreendeu 798 CDs e DVDs piratas, em Campo Grande, na Zona Oeste. Durante operação especial realizada na Lapa, guardas municipais avistaram os dois menores furtando um homem que apresentava sinais de embriaguez, na Praça Câmara, altura dos Arcos da Lapa. Imediatamente os guardas armaram um cerco, conseguindo deter os acusados e recuperar um cartão de débito, chaveiro e tênis da vítima. A ação contou com apoio de agentes do Grupamento de Ações Especiais (GAE), Grupamento Tático Móvel (GTM), guardas que atuam no Centro e Parque do Flamengo, no Grupamento Especial de Trânsito e de policiais da 5ª DP (Centro), onde o caso foi registrado.Já em Campo Grande, uma equipe da 13ª Inspetoria apreendeu 798 CDs e DVDs piratas na Rua Laudelino Vieira de Campos, esquina com a Rua Rio do A. A mercadoria estava sendo vendida ilegalmente em uma feira livre. Os ambulantes fugiram deixando para trás as mídias que estavam em caixas, grades e bolsas, que também foram apreendidas. O material foi encaminhado ao depósito da Prefeitura.

'Guerra contra a guerra no Rio'- E a Guarda Municipal,cadê?

...Guerra contra a incompetência do governo estadual. Não é possível que um policial do Rio seja o mais mal pago do país (ou um dos mais mal pagos). Que tipo de ser humano suporta uma condição dessa? Não é possível que a polícia não coloque uma casamata no alto de todos os morros e intimide os bandidos. Não é possível que a Guarda Municipal não participe da Inteligência do município para a proteção das pessoas. Saímos (ou ficamos) de (em) casa hoje rezando (só quem é crente) ou torcendo para não sermos os próximos dessa estatística de brutalidade e estupidez administrativa. Por isso, senhoras e senhores, não desejo rezas e nem passeatas com cruzes. Quero pessoas competentes, honestas e duras no comando. Gente com força, vontade e perseverança para combater e vencer uma guerra. Guerra essa que atingiu o seu ápice no último sábado. Lamento.

Guardas Municipais reclamam da falta de condições de trabalho

Em Curitiba, foram três trabalhadores assassinados de em quatro meses.. A terceira morte de guarda municipal de Curitiba, assassinado por motivos relacionados à atividade profissional, nos últimos quatro meses, levantou questões sobre as condições de trabalho desses trabalhadores que, no sábado, fizeram protesto na Boca Maldita. O medo e o descontentamento da categoria também foi tema da assembleia realizada sexta-feira no Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Curitiba (Sismuc). "Na minha rua todos sabem que eu sou guarda municipal. Eu sou um alvo para o bandido, o marginal. Eu trabalho 24 horas por dia, porque quando coloco o pé na rua, para ir ao trabalho, eu já estou trabalhando, estou fazendo um trabalho de proteção social, porque estou com a farda. Sem falar das ameaças de bandidos, com as quais temos que conviver todos os dias”, disse um guarda presente à assembleia. A categoria também reclama da baixa remuneração, do excesso de horas extras e plantões e da falta de capacitação e treinamento. Foram três mortes de guardas municipais em quatro meses O guarda municipal Aparecido José de Souza, 57 anos, foi executado dentro do Cmum da Vila Barigui, Cidade Industrial, no dia 24 de setembro. Os guardas Mauro César Carvalho e Renato César Rodrigues do Nascimento foram assassinados em junho e julho, respectivamente. O primeiro morreu no cumprimento do serviço e o segundo foi assassinado em casa com suspeitas de represálias pela atividade profissional. Na regional do CIC, um dos locais mais perigosos, onde o guarda Aparecido José de Souza recentemente foi assassinado, houve uma reunião convocada pelo Sismuc com representantes da guarda e da polícia militar, na semana passada. O objetivo era resolver o problema emergencial de servidores que estão sendo ameaçados por bandidos. Por isso, solicitou-se que a PM intensifique as rondas na região e que os assassinos sejam presos. "O argumento utilizado pela administração municipal e pela PM para se desresponsabilizar de um problema grave que tem custado a vida de trabalhadores é que os guardas municipais mortos erraram no procedimento", diz nota emitida pelo Sismuc. O Sismuc vem realizando reuniões, a partir do coletivo dos guardas municipais, para debate do plano de cargos, carreiras e salários próprio para esses profissionais. A proposta vem sendo elaborada com o intuito de apresentá-la à secretaria de defesa social, conforme definido em mesa de negociação. Questões salariais, condições de trabalho, atribuições da profissão, entre outros fazem parte da pauta. A próxima reunião ocorre no dia 28 de outubro, às 19 horas, no Sismuc. Mais trabalho — O número de ocorrências atendidas pela Guarda Municipal de Curitiba cresceu 677% de 2004 até 2008, de acordo com levantamento realizado pela Secretaria Municipal de Defesa Social a pedido do Jornal do Estado em julho deste ano. Em 2004, foram atendidas 3.801 ocorrências, contra 25.750 no ano passado. Esse crescimento é decorrente de uma mudança no perfil de atuação da guarda nos últimos anos. Se antes eles ficavam fixos cuidando dos prédios e equipamentos públicos, agora a ação é mais ágil e móvel, o que expandiu sua área de abrangência.
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