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segunda-feira, 7 de maio de 2012

DROGA NO CMEI 05-05-2012


 
 
07/05/2012 - 11h52
Violência avança, mata e causa terror e pânico nas comunidades pobres e ricas
José Ribamar Trindade
Redação 24 Horas News


Uma “guerra” sem precedentes. De um lado os bandidos. Do outro a Polícia, e no meio uma sociedade acuada, aterrorizada e prestes a explodir com uma violência que nunca tem fim. Em Cuiabá, inclusive na  área comercial central e da periferia, poucas casas residenciais e comércios não foram “visitadas” por bandidos nos últimos tempos. Muitas fecharam suas portas. Outras trabalham com as portas fechadas e muitas famílias já debandaram da Capital com medo

O tráfico de drogas, bem ao estilo dos morros do Rio de Janeiro, é quem dá as ordens e os bandidos agem dia e noite. Na maioria dos bairros os famosos seguranças de “bocas” já andam armados e exibem suas pistolas no meio da rua e na frente de crianças. Sem mais nem menos eles dão tiros para o alto para impor a ordem e o respeito entre seus rivais. Tiros que servem de aviso à comunidade para ela não abrir a boca. O problema é que a Segurança Pública de Mato Grosso está próximo do caos. Existem bandidos dentro da própria Polícia que atuam diretamente no crime ou dão proteção às quadrilhas. A fronteira está aberta, e o que é pior, sem policiamento, nem estadual nem federal. As polícias sabem quem são os bandidos e onde eles estão, mas não tem como combatê-los. E atenção: Manos de 10% dos crimes em Cuiabá não são investigados, inclusive dentro das próprias Corregedorias de Polícia.

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Medo, pânico
e terror assustam
as comunidades de
 Cuiabá devido o
Crescimento sem
Limites da violência

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A reportagem do Portal de Notícias 24 Horas Newsfez uma pesquisa, uma espécie de “lavagem cerebral” nas Polícias Civil e Militar. Resultado: Faltam homens para o serviço de segurança pública. Nos quartéis, onde deveriam trabalhar no mínimo 500 homens por dia. Pasmem, os efetivos diários são tão reduzidos que pediram para não se expor os números para não aguçar mais a maldade dos bandidos.

Ou seja. Aliás, isso todas as autoridades sabem, mas ninguém levanta uma bandeira, que Mato Grosso hoje tem uma carência de quase 15 mil policiais. Mais de 10 mil seriam para recompor a Polícia Militar. Na Polícia Civil os números são ainda mais minguados, para não se dizer, mais vergonhosos.

Final da tarde, início da noite na região dos bairros Carumbé, Canjica, Bela Vista, Getúlio Vargas e parte do elegante Bosque da Saúde. Tudo parece calmo, mas de repente começam os tiros. Isso não é uma exceção. Isso é uma rotina. Logo vem o resultado dos tiros. Alguém foi executado. Alguém foi assaltado. Alguém sofreu um atentado a bala, ou os traficantes estão atirando para avisar que o “bagulho” (a droga) chegou. Antes eles comunicavam os usuários através de fogos, que explodiam até pela madrugada.
Quem não conhece as “bocas” do bairro Dom Aquino? Lá, segundo a reportagem apurou junto à comunidade, a rotina dos tiros para o alto, dos fogos e dos bandidos andando armados no meio da rua dia e noite não uma exceção, é uma regra. Aliás, contam, inclusive alguns policiais ouvidos, mas que não quiseram se identificar, até porque não poderiam, é o bairro recordista em “bocas” fixas e móveis.

De lá a reportagem foi para a região do bairro Santa Isabel. Meu Deus. Tudo igual. “Bocas” para todos os lados. Quadrilhas de assaltantes que não tem mais fim. E moradores ainda mais assustados com a violência.
Revoltada, uma comerciante do Jardim Araça, na mesma região, chega a pedir até pelo amor de Deus para que chegue logo 2014. “Não temos paz. Não temos sossego. O pior é o governo sabe o que está acontecendo, mas não faz nada para mudar. Por isso eu rezo para que 2012 venha logo para trocarmos de governo. Pode ser que com isso mude alguma coisa”, suplicou.
A reportagem seguiu ainda para as regiões do Grande Coxipó e da Grande Morada da Serra. Nada mudou. Tudo igualzinho. Muita violência. Bocas de drogas para todos os lados e reclamações, todas direcionadas à violência.
“Estamos vivendo o piuor5 momento na área de segurança de todos os tempos. Não sei o que estão esperando para fazer mudanças. Talvez estejam esperando que acontece uma desgraça com a família de uma grande autoridade para tomarem medidas radicais”, alertou um mprador do Coxipó.
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O que fazer para
diminuir ou acabar
com a violência.
Siga as dicas
de especialistas

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A reportagem ainda ouviu dois advogados, dois delegados da Polícia Civil e dois oficiais da Polícia Militar. Apenas o delegado Antonio Carlos Garcia de Mattos aceitou ser identificado. Para ele (Garcia), hoje um dos maiores problemas da segurança, não é apenas o tráfico de drogas. A pedra no caminho da segurança é o usuário, o viciado
Para melhorar a segurança publica, segundo um advogado, primeiro seria imprescindível a contratação de mais policiais civis e militares. Segundo, a formação urgente de uma Guarda Municipal, que seria responsável pelos primeiros passos da prevenção. Os guardas municipais poderiam ajuda no policiamento de praças e escolas, e hospitais públicos.
O segundo advogado sugeriu, além da criação da Guarda Municipal, a formação de Batalhão de Fronteira, que poderia ser o próprio Grupo Especial de Fronteira (Gefron), com reforço de pelo menos 1500 policiais especialmente treinados, muito bem armados e com cobertura de aviões e helicóptero, trabalhando dia e noite.
Além do Batalhão ou o Gefron, o mesmo advogado ainda sugeriu que o governo federal coloque o Exército Brasileiro, igual fez no Rio de Janeiro, para ajudar a combater o Crime Organizado, Ele lembra ainda, que ao contrário do que falam, não são os bolivianos que travessam a fronteira para trazer drogas para o Brasil.
“Muito pelo contrário. São os brasileiros que atravessam as fronteira, tanto levando carros roubados no Brasil, como para trazer carregamentos de drogas da Bolívia. Não temos que brigar com o governo boliviano, temos sim é que prender os nossos bandidos e os nossos traficantes. Não eles os nossos cânceres, que matam nossos filhos e destroem as nossas famílias brasileiras”, alerta o advogado.
Os dois oficiais da Polícia Militar juntaram  todas as opiniões dos dois advogados e ainda acrescentaram uma, que segundo eles, é muito importante para o combate ao tráfico de drogas. Unir forças. Unir as três Polícias: Civil, Militar e Federal e minar, não apenas as “bocas”, mas principalmente os pequenos médios e grandes traficantes responsáveis pelo abastecimento das drogas.
“O governador Silval Barbosa precisa mostrar sua política de governo junto com o secretário de Segurança Pública, Diógenes Curados. Como? Ora, o secretário, além de delegado, foi o chefe da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) da Polícia Federal. Além de conhecer de perto os problemas, ele também conhece como atacá-lo”, explicam os dois oficiais.
E os dois oficiais completam a conversa:”Tudo é uma questão de inteligência e diálago. Temos certeza que a Polícia Federal vai ajudar a PM e a Polícia Civil a combater o tráfico urbano. Combater não só atacando bocas ou prendendo traficantes quando recebem uma denúncia anônima. Combatendo com investigações profundas, com ajuda de informantes confiáveis, se possível pagos. Com ajuda de escuta telefônicas. As três polícias tem que estar juntas e unidas nas investigações para prenderam os bandidos com provas e materialidade”.
Para evitar o vazamento de informações dentro da própria Polícia, inclusive o envolvimento de policiais no mundo do crime, as corregedorias das Polícias Civil e Militar também precisavam trabalhar unidas, trocando informações, observação e investigando. Ou seja, fazendo uma espécie de prevenção dos policiais suspeitos de envolvimento com bandidos, não deixando que as coisas aconteçam como tem acontecido.
Hoje, segundo a reportagem apurou e teve acesso a documentos, além do envolvimento de policiais com bandidos, muitos também se envolvem em problemas familiares (a maioria), com bebidas alcoólicas e com o uso de drogas. E para comprar drogas e sustentar o vício, muitos policiais aceitam ou se submetem a ajudar bandidos em todos os tipos de crimes.
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Delegado Garcia
diz que a droga é
o maior problema
e o viciado precisa
 ser combatido de
alguma maneira

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“Não estamos nos tempos das prisões seculares e calabouços, onde os presos, muitos até inocentes apodreciam na cadeia. Sou a favor que as penas, sejam elas de que tempo for, sejam cumprivas integralmente”, começa afirmado o delegado Antonio Carlos Garcia, hoje adjunto da Delegacia de Homicídio e Proteção a Pessoa (DHPP).
Garcia revela que um dos cânceres da sociedade, com interferência direta na violência é o usuário de drogas. “É o usuário quem fomenta e sustenta os traficantes. Sem usuário não existiria o tráfico de drogas, assim como sem o receptador não existiria o ladrão”, revela Garcia.
O delegado, hoje um dos mais antigos em atividade na Polícia Civil. Garcia, junto com o delegado Marcos Veloso são os autores da prisão de um dos mais perigosos e famosos bandidos brasileiros, Marco Camacho, o “Marcola”, líder do crime organizado nacional e do Primeiro Comando da Capital (PCC), diz que as regras que regem a vida dos usuários precisam serem revistas imediatamente.
“Está provado por A mais B que só prender traficante não dá resultado e não leva a algum. Estaremos sempre enxugando gelo. E todos sabem que o câncer não é apenas o traficante, mas sim o usuário. Precisamos, colocá-los em cadeias próprias para recuperação de drogados para que eles não fujam”, afirma Garcia com propriuedade.
Logo em seguida o delegado Garcia conclui: “Tudo isso com a ajuda e o apoio da família. Sabemos que lugar de usuário não é na prisão, mas precisamos criar prisões-hospitais. Assim, podemos sonhas com a queda na diminuição do tráfico e, por consequência, na queda  da violência”.

segunda-feira, 7 de maio de 2012 7:44

Atila apresenta plano polêmico em Mauá

Mark Ribeiro
Do Diário do Grande ABC

Primeiro postulante a prefeito de Mauá a concluir pré-plano de governo, o vereador Atila Jacomussi (PPS) relacionou polêmicas no documento, que será apresentado oficialmente na quinta-feira, em buffet da cidade. Não à toa, a peça é dividia em 23 temas, número de legenda do PPS.
Na plataforma de governo do popular-socialista constam a devolução do Hospital de Clínicas Doutor Radamés Nardini ao Estado; a municipalização do Ensino Fundamental (que possui cerca de 20 mil alunos); a concessão do 14º salário ao funcionalismo público; a cobrança de tarifa de ônibus nas linhas municipais de acordo com a quilometragem percorrida; e disponibilizar o prédio que abriga o CFP (Centro de Formação de Professores), inaugurado em 2010, para abrigar temporariamente o campus Mauá da UFABC (Universidade Federal do ABC).
"Não são ideias polêmicas, são, sim, boas para a cidade, revolucionárias", classifica o pré-candidato ao Paço. Ao comentar os tópicos, revela propostas que ficaram de fora do pré-plano. "O Nardini, por exemplo, por atender pacientes de São Paulo, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra, é hospital regional, não municipal. Então, não dá para administrá-lo com recursos exclusivos da Prefeitura", constata. "Com a transferência, aplicaríamos toda a verba da Saúde nas UPAs (Unidade de Pronto-Atendimento), nas UBSs (Unidade Básica de Saúde) e no AME (Ambulatório Médico de Especialidades). Formaríamos uma rede interligada de atendimento 24 horas."
No pré-plano de governo, Atila cita que disponibilizar o CFP para a UFABC pode ser "um grande passo para a solução do elefante branco", como ficou conhecido o prédio popularmente. A instalação do campus universitário na cidade está emperrada - o Ministério da Educação ainda tenta viabilizar a compra de terreno no Parque São Vicente que pertence ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).
"Enquanto não concluir a questão do Parque São Vicente, a UFABC poderia se instalar em próprio municipal, não necessariamente no Centro de Professores", pondera, projetando que o local pode ser destinado à Saúde, abrigando centro de referência da mulher, do idoso e infantil.
No transporte público, além de extinguir a tarifa única nas linhas municipais, anuncia que pretende implantar o programa Domingo Legal, com passagens mais baratas para incentivar o uso de ônibus. Já sobre o 14º salário, enfatiza ser só para o funcionalismo e não para "agentes políticos", como o prefeito.
O pré-plano de governo de Atila Jacomussi mostra ainda preocupação com o embelezamento da cidade e promete inserir o Carnaval e a Festa Junina no calendário oficial de festejos e integrar a GCM (Guarda Civil Municipal) às polícias Militar e Civil, além de criar a Polícia Comunitária.

Documento revela coordenadores do projeto e indica vice


Em seu pré-plano de governo, Atila Jacomussi deixa claro a equipe que está por trás de sua pré-candidatura a prefeito. No organograma consta a pastora Genilda Ribeiro (PSC) como a responsável pela divisão feminina, em mais um indício de que a social-cristã deverá mesmo ser referendada como sua candidata a vice. A condição é vista com bons olhos pelo PPS, já que Genilda seria capaz de atrair o voto evangélico.
Além do PSC, o PRP aparece como partido coligado. A legenda tem como principal expoente o pai de Atila, Admir Jacomussi, ex-vereador por sete mandatos e ex-secretário de Obras. Pré-candidato a vereador, ele figura como o coordenador geral do projeto e tesoureiro de campanha.
No documento Atila relaciona fotos em que aparece ao lado do coordenador regional do PPS, Alex Manente, do presidente nacional do partido, Roberto Freire, da ex-presidenciável Marina Silva (sem partido) e do prefeito de São Caetano, José Auricchio Júnior, do PTB, partido que lançará Irmão Ozelito ao Paço de Mauá.

Fúria sem controleGuarda municipal agride policial e é preso por desacato depois de acidente

Publicação: 07/05/2012 04:00
Guilherme Paranaiba

Um guarda municipal de Belo Horizonte foi preso na manhã de ontem por desacato depois de bater o carro em um muro na Avenida Antônio Carlos, altura do Bairro Aparecida, Região Noroeste da capital. Segundo uma equipe do Corpo de Bombeiros que prestou atendimento ao motorista e a uma mulher que também estava no veículo, o funcionário público apresentava sinais de embriaguez e recusou atendimento dos Bombeiros.

Enquanto os militares tentavam convencê-lo a receber os primeiros socorros, um dos homens foi agredido com um soco pelo guarda municipal. A Polícia Militar (PM) foi acionada e fez a prisão em flagrante por desacato. O funcionário público, identificado como Alexsander Júnior do Carmo, de 33 anos, foi levado para o HPS João XXIII com escoriações generalizadas. A mulher que estava no veículo junto com o guarda teve um traumatismo craniano leve e também saiu do local com escoriações pelo corpo.

ALTERAÇÃO

Um dos homens dos Bombeiros que trabalhou na ocorrência informou que a corporação foi chamada para atender um registro de acidente de trânsito com vítimas encarceradas. “Quando chegamos, nos deparamos com as duas vítimas do lado de fora do veículo. O homem falava de forma desconexa e estava muito alterado. Ele se recusou a fazer o teste do bafômetro e acabou agredindo um dos membros do resgate”, diz o militar.

A assessoria de comunicação da Guarda Municipal informou que o funcionário público estava de folga no momento da batida. Segundo o órgão, caso fique provada alguma irregularidade no comportamento do guarda, medidas administrativas podem ser tomadas. A ocorrência foi encerrada na Delegacia Seccional Leste da Polícia Civil.


domingo, 6 de maio de 2012 7:59

Projeto de lei prevê poder de polícia a GCMs

Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

Tramita no Legislativo de Santo André proposta parlamentar que atribui poder de polícia à GCM (Guarda Civil Municipal). Incitando a alteração da Lei Orgânica do Município, o projeto prevê, a partir da aprovação, coibir os índices de violência na cidade, acrescentando a atribuição de manter a ordem pública e proteger a integridade física dos cidadãos.
Atualmente, a função da classe, sob as diretrizes da Prefeitura local, baseia-se em resguardar o patrimônio, bens e instalações públicas, além de prestar atividade comunitária de segurança urbana, apoiando os demais órgãos policiais.
O texto, de autoria do vereador Paulinho Serra (PSDB), visa a valorização da corporação, repetindo exemplos de sucesso utilizados em outras cidades do Estado de São Paulo, como Sorocaba e Santa Bárbara D'Oeste. Segundo o tucano, o principal foco passa por ampliar o leque de atribuições dos guardas. "Ideia é não deixar o profissional desamparado, abrindo o universo de atuação. Hoje, se fizer prisão, por exemplo, pode ser anulada por ter excedido a sua competência."
Abordagens, policiamento ostensivo e apreensão de drogas são algumas das atribuições de alçada da Polícia Militar. Paulinho considera que, hoje, o poder da GCM fica extremamente limitado. "Atualmente, se alguém está sendo incomodado por uma briga numa rua qualquer, o guarda não pode fazer nada. Se não for em flagrante, ele não possui autoridade para fazer o atendimento." Para o parlamentar, o projeto dá respaldo à antiga luta da categoria.
As pesquisas de qualidade dos serviços prestados, de acordo com o tucano, mostram que Segurança e Saúde encabeçam a lista de reclamações em Santo André. "São as áreas que aparecem no topo das reivindicações. Por isso tem de ser prioridade esse tema. Uma atitude se faz necessária nesse sentido, propondo melhorias para uma instituição que tem credibilidade."
A proposta usa como base os artigos 144 e 147 da Constituição Federal, que determinam que a Segurança Pública é dever do Estado, direito e responsabilidade de todos e que os municípios podem constituir guardas municipais destinadas à proteção de seus bens e serviços, obedecidos os preceitos da lei federal.
Com a mudança na legislação orgânica, segundo o texto, o projeto fornece amparo legal às ações realizadas pela corporação com o objetivo do interesse público e o bem-estar social, estimando a importância dos serviços prestados pela categoria. O projeto mantém a fiscalização e controle de um conselho, cuja composição e funcionamento estão estabelecidos por lei, da qual tem de encaminhar atas de reuniões ordinária e extraordinária regularmente.
Fica garantida, com a fiscalização do conselho, a formação permanente de integrantes da guarda municipal, assegurando o aperfeiçoamento da categoria com conhecimentos gerais dos direitos humanos e jurídicos.
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