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sexta-feira, 16 de março de 2012

Diferença salarial entre novos e veteranos pode levar GM à greve

Diferença salarial entre novos e veteranos pode levar GM à greve

Paralisação de guardas municipais pode ocorrer nesta sexta-feira, em Uberaba. O motivo seria a insatisfação generalizada em virtude da diferença salarial paga aos novos integrantes da corporação, aprovados em concurso público. Entretanto, o titular da Secretaria de Trânsito e Transportes Especiais e Proteção de Bens e Serviços Públicos (Settrans), Ricardo Sarmento, garante estar trabalhando pela equiparação salarial.

Segundo ele, a diferença foi constatada há 25 dias, com o pagamento do primeiro salário dos novos GM’s. Desde então, Ricardo Sarmento garante buscar alternativas viáveis para reverter tal situação. A diferença de R$ 132, segundo ele, teria sido motivada por um equívoco no edital do concurso público. O secretário já se reuniu com a Secretaria de Administração e com a Procuradoria-Geral para discutir o problema.

Contudo, ele destaca que existem conflitos na legislação que dificultam uma solução imediata. Ricardo Sarmento ressalta ainda que o ano eleitoral também pode impedir a possibilidade do reajuste. “Existe este impedimento, porque precisamos obedecer a legislação eleitoral”, coloca o secretário, lembrando que a equiparação salarial pode ser considerada uma benesse do prefeito Anderson Adauto junto à Guarda Municipal.

Ele garante que a medida a ser adotada será dentro da legalidade, discutindo todos os mecanismos jurídicos para fazer valer esta alteração nos salários dos antigos profissionais. “Estamos tentando encontrar a saída porque não queremos ter nenhum questionamento futuro em relação a decisão a ser tomada”, ressalta.

Ricardo Sarmento também descarta a paralisação de 89 profissionais em virtude da diferença salarial. “Não existe esta possibilidade”, garante o secretário. Segundo ele, a inexistência de qualquer tipo de paralisação está confirmada junto ao diretor da Guarda Municipal, Marco Túlio Gianvecchio.

Quinta, 15/03/2012 - 17h45 - Atualizado Sexta, 16/03/2012 - 08h59

Guardas municipais pedem apoio dos vereadores para alterar projeto de lei

Para os integrantes da GM, o julgamento dos processos administrativos envolvendo os guardas devem continuar sob responsabilidade da procuradoria do município

Nesta quinta-feira (15), o ex-diretor da Guarda Municipal de Foz do Iguaçu e atual membro da Associação dos GMs, Reginaldo José da Silva, usou a tribuna da Câmara, espaço concedido pelo legislativo para manifestação popular em toda última sessão plenária do mês. Reginaldo pediu a atenção dos vereadores para dois projetos que tramitam na casa, PL 09/2012 e PLC 01/2012, que tratam da criação da Corregedoria da Secretaria Municipal de Cooperação para Assuntos de Segurança Pública.

Foto: Assessoria
Os GMs fixaram faixas no plenário em repúdio aos projetos apresentados pelo executivo

O órgão será responsável pela investigação de denúncias sobre infrações disciplinares relativas aos servidores da própria secretaria, especialmente os integrantes da Guarda Municipal. Os GMs fixaram faixas no plenário em repúdio aos projetos apresentados pelo executivo. Cópias das atas das reuniões realizadas com os servidores e também um abaixo-assinado demonstrando a insatisfação da categoria foram entregues aos vereadores.
Durante os quinze minutos em que usou a tribuna, o Reginaldo da Silva defendeu um debate maior sobre alguns pontos que envolvem a criação da corregedoria e propôs a alteração ou retirada imediata do projeto da Câmara Municipal pelo executivo. “Precisamos corrigir o projeto, alguns artigos precisam de uma nova redação ou emendas”, afirmou.
O diretor jurídico do Sismufi – Marcos Poncio, também usou a tribuna para defender o manifesto da corporação. “Não somos contra a corregedoria, mas precisamos analisar melhor a proposta, há excessos em vários pontos, não podemos entrar no mérito do processo administrativo, dando autonomia para os guardas da corregedoria punir os próprios colegas, por exemplo, depois de uma investigação”. Poncio defende que o papel de julgar e punir os casos envolvendo membros da corporação deve continuar sob responsabilidade da procuradoria do município. A Guarda Municipal conta com 270 guardas municipais e 180 agentes patrimoniais.

A Prefeitura de Londrina tenta firmar acordo com Polícia Civil para fornecer o treinamento da Guarda Municipal. O anúncio foi feito prefeito Barbosa Neto (PDT), durante coletiva nesta quinta-feira (15).

A providência teve que ser tomada após a Polícia Militar (PM) ter recusado ofertar o serviço novamente, além de armazenar as armas que a guarnição passará a contar a partir desse ano. O convênio de cooperação técnica firmado há quase três anos foi cancelado na última semana.

O porta-voz do 5º Batalhão da Polícia Militar (5ºBPM), Sidnei Garcia, foi procurado pela reportagem de odiario.com, mas estava em reunião e não pode falar no momento. Em entrevista à rádio CBN Londrina ele comentou que a PM entendeu que o município tem condições de contratar uma empresa para o serviço.

"A Guarda Municipal tem condições de fazer treinamento dos guardas municipais por outros meios, inclusive meios particulares", declarou. Ele relembrou que a empresa terá que ser cadastrada junto à Polícia Federal (PF).

De acordo com Barbosa Neto, o secretário municipalde Defesa Social, Jefferson Dias Chaves, foi para Curitiba para iniciar as tratativas com o secretário de Estado de Segurança Pública, Reinaldo de Almeida César.

O prefeito teria conversado pessoalmente com o secretário estadual, que teria acatado o pedido do município. Por volta das 15h35, Jefferson Dias Chaves não pode atender a ligação no celular, pois estava em reunião na Secretaria de Estado de Segurança Pública.

Também em entrevista à rádio CBN Londrina ele disse que as armas, adquiridas pela prefeitura para a Guarda Municipal, passavam por processo de registro junto à PF em Brasília e deveriam ser alocadas no 13º Batalhão do Exército de Apucarana.

O município gastou mais de R$ 315 mil com a compra de 75 pistolas e 15 revólveres.

Prefeitura de Londrina tenta firmar acordo com Polícia Civil para treinamento da Guarda Municipal

TENTOU AGREDIR OFICIAL DE JUSTIÇA E FOI PRESO.

Agressão de Militar contra Militar

Cais é assaltado

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