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domingo, 23 de junho de 2013

Ladrões aproveitam multidão dos protestos para agir em Campinas

Grupo de baderneiros agrediu a Guarda Municipal a pedradas.
Um guarda e alguns manifestantes ficaram feridos.


Helen SacconiCampinas, São Paulo

Em Campinas, interior de São Paulo, a multidão que se manifestava de forma tranquila se assustou com os grupos violentos e os ladrões que aproveitaram a multidão para agir.
Um grupo de baderneiros agrediu a Guarda Municipal da cidade a pedradas e a polícia reagiu disparando bombas de efeito moral. Um guarda foi ferido e levado para dentro do prédio da Prefeitura. Alguns manifestantes também se feriram.
Quem era contrário à baderna, tentou controlar a situação, mas não adiantou. Quando parecia que a situação tinha se acalmado, houve um novo confronto entre a Tropa de Choque e um grupo de manifestantes.  Um ponto de ônibus e uma agência bancária foram depredadas.
Os baderneiros também saquearam muitas lojas, quebraram vidros e saíram correndo levando alguns objetos. Depois da confusão, o cenário na sede da prefeitura de Campinas era de destruição, com uma grande quantidade de vidros quebrados e pedras.

Guarda e manifestantes ficam feridos em protesto nas ruas de Piracicaba

Guarda e manifestantes ficam feridos em protesto nas ruas de Piracicaba


De acordo com PM, 12,6 mil pessoas se manifestaram na quinta-feira (20).
Confronto ocorreu em ruas do Centro e no Terminal Central de Integração.

Do G1 Piracicaba e Região

Manifestante ferido durante confronto com a Guarda Civil em Piracicaba (Foto: Fernanda Zanetti/G1)Manifestante ferido durante confronto com a Guarda Civil em Piracicaba (Foto: Fernanda Zanetti/G1)
Pelo menos vinte manifestantes e um guarda civil ficaram feridos durante os confrontos que ocorreram após as manifestações contra a alta da tarifa do transporte público na noite desta quinta-feira (20), no Centro de Piracicaba (SP).
De acordo com Arary Galvão, um dos integrantes do protesto, os manifestantes foram feridos por homens da Guarda Municipal e da Polícia Militar. “O vandalismo e a violência só começaram porque os manifestantes foram aterrorizados pelos policiais e guardas”, afirmou o professor.
 A Guarda Civil informou, por meio da assessoria de imprensa, que um guarda levou uma pedrada na cabeça e teve que ser socorrido por colegas. Uma viatura teve o vidro quebrado e um posto da GM, localizado no Parque do Mirante, foi apedrejado. Segundo a major da Polícia Militar em Piracicaba, Adriana Sgrigneiro, não houve policiais militares feridos durante a ação. Ela garante que policiais militares não feriram os manifestantes.
Feridos no protesto
O farmacêutico Acaua Rodrigues Barbosa, de 20 anos, disse que procurava a noiva quando foi atingido por uma bala de borracha na canela esquerda. "Foi um susto. Quando vi, já tinha sido alvo", afirmou o rapaz que, mesmo ferido, recusou atendimento para procurar a namorada. 
Já o GM Ayala afirmou que estava atrás dos homens da corporação, que estavam com escudos, na frente do Terminal Central de Integração, quando foi atingido por uma pedra lançada por manifestantes. "Eu estava sem capacetes e não percebi quando o objeto veio pela lateral."
Um advogado de 60 anos registrou boletim de ocorrência em que afirma ter sido atingido por uma bala de borracha na barriga. Segundo ele, o disparo foi feito por um guarda municipal que não pôde ser identificado. O advogado disse à Polícia Civil que estava próximo ao TCI fazendo fotos da passeata e ao lado de estudantes, adolescentes e idosos que seguravam cartazes e bandeiras do Brasil de forma pacífica.
Guarda Civil ficou ferido durante confronto com manifestantes em Piracicaba (Foto: Leon Botão/G1)Guarda Civil ficou ferido durante confronto com manifestantes em Piracicaba (Foto: Leon Botão/G1
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Veja sequência de fotos de bomba lançada durante ato

DA REDAÇÃO 22/06/2013 11h16
 
Momentos de tensão entre manifestantes e integrantes do Cigcoe, foram registrados na noite de ontem na Avenida Afonso Pena, próximo à Rua Bahia.
Os fotógrafos Álvaro Rezende e Valdenir Rezende, do Correio do Estado, registraram o momento em que uma bomba é atirada e a prisão de algumas pessoas. 
Fotos: Álvaro Rezende - Correio do Estado

Fotos: Valdenir Rezende - Correio do Estado
A voz do povo nas ruas: São Pedro fazendo história - 21/06/2013
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Se em o todo o país mais de um milhão de pessoas participaram dos protestos, em de São Pedro, não foi diferente. Um grande número de são-pedrenses mais de 500 pessoas percorreram as ruas da cidade, em uma marcha pacífica por melhorias em todos os setores da sociedade e contra o aumento da taxa de iluminação pública.
Gritando palavras de ordem, os manifestantes levantaram bandeiras contra a falta de investimento municipal na saúde e exigiam mais médicos na Santa Casa e a abertura imediata da UPA, além de uma reestruturação na UMIS.
Na área da educação os manifestantes queriam mais transparência no dinheiro do FUNDEB, o fornecimento de apostilas, uma merenda escolar de qualidade e a valorização dos professores. A promessa da subvenção ao transporte universitário também foi lembrada, já que grande parte dos manifestantes era de jovens.
Na segurança, os manifestantes exigiram mais investimentos e a contratação de mais Guardas Municipais, assim como a qualificação deles.
“ A cidade nunca havia visto uma manifestação deste porte, é São Pedro fazendo história” disse dona Lara Almeida comerciante há mais de 30 anos em São Pedro.
Segundo Elisabeth dos Santos, uma das organizadoras, a manifestação de São Pedro foi convocada por meio das redes sociais que saiu às ruas para mostrar que não são covardes.
“Eu, sou são-pedrense com muito orgulho, com muito amor”, cantou o povo pelas ruas da cidade.
O protesto teve início às 17h, na Praça Santa Cruz local da concentração. Os manifestantes logo seguiram pela Rua Veríssimo Prado, passaram pela Rua Nicolau Mauro, e pararam em frente a Prefeitura de São Pedro, a intenção era entrar no paço, mas os portões estavam fechados e guardas municipais faziam a segurança.
Após chamarem sem sucesso o prefeito ou algum representante da prefeitura para dialogar, os manifestantes cantaram o Hino Nacional Brasileiro e leram um manifesto com as reivindicações para o prefeito Hélio Zanatta, que não apareceu.
Todos os cartazes e faixa foram colocados na faixada da prefeitura, demostrando assim a organização do evento que transcorreu de maneira pacífica.
Por fim, os manifestantes voltaram à Praça Santa Cruz onde, escoltados de longe pela polícia militar finalizaram sua marcha.
“O povo está reencontrando o orgulho de ser brasileiro e, mais importante que isso, abandonando a herança cultural do “é assim mesmo, não tem jeito”. O povo descobriu a sua força. Nesta manifestação, tivemos jovens, idosos e famílias com seus filhos. Lutamos por melhorias na nossa cidade e a realização das promessas eleitoreiras. Queremos o fim da corrupção no Brasil, mostramos isso com um ato de civilidade e libertação de sentimentos” concluiu um dos organizadores, Jhonny.

Vídeos enviados (lista de reprodução)

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