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sábado, 29 de junho de 2013

Forças de segurança usam novas armas não-letais para conter manifestações

Forças de segurança usam novas armas não-letais para conter manifestaçõesLançador de tinta e canhão sônico já estão nas mãos de policiais e guardas municipais

Publicação: 28/06/2013 12:35 Atualização:

Lançador FN-303 deverá ser carregado com tinta, para facilitar identificação de vândalos (Éder Silva/Guarda Municipal de Campinas / Divulgação)
Lançador FN-303 deverá ser carregado com tinta, para facilitar identificação de vândalos
Novas gerações de armas não letais, mais avançadas tecnologicamente que as usuais bombas de gás e balas de borracha, serão utilizadas pela polícia para conter tumultos durante a onda de manifestações que toma conta do Brasil. Forças de segurança de São Paulo e Rio e Rio de Janeiro já estão munidas com equipamentos e poderão utilizá-los de imediato.
 A Guarda Municipal de Campinas, no interior de São Paulo, utilizará um lançador de cápsulas de tinta. A ideia é pintar grupos que estejam cometendo atos de vandalismo, para facilitar a identificação e agilizar a prisão. As armas FN-303, de origem belga, foram compradas em 2011, mas ficaram guardadas e ainda não foram utilizadas.


Cada lançador FN-303 custa cerca de R$ 10 mil e pode ser carregado com cinco tipos de munição: tinta lavável, tinta indelével, pimenta, impacto e impacto com pó inerte. Apesar não ser letal, a arma tem que ser utilizada de modo seletivo, pois pode provocar ferimentos graves, como perda de visão, caso a cápsula seja disparada contra o olho.
 No Rio de Janeiro, a Polícia Militar utilizará um canhão sônico, sugestivamente batizado de Inferno. A arma consiste em uma espécie de alarme que opera em quatro frequências simultaneamente, que vão de 2 Khz a 5 Khz, com potência de aproximadamente 123 db. O barulho é insuportável ao ouvido humano e quem o ouve foge imediatamente.
 A arma provoca desorientação e tontura, podendo causar até náuseas e vômito dependendo do tempo de exposição. Contudo,  não é capaz de gerar ferimentos. A potência sonora é semelhante à dos alarmes convencionais; o que muda é a combinação simultânea de frequências. O canhão sônico já foi utilizada na capital fluminense, durante a chamada “Operação Aldeia Maracanã”. Assista ao vídeo que mostra a arma em ação:

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