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quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Guardas municipais cobram melhores condições de trabalho, no Agreste


Servidores são do município de Santa Cruz do Capibaribe.
Categoria realizou paralisação de advertência na última quarta (12).

Do G1 Caruaru
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Guardas realizarão assembleia para definir possível greve. (Foto: Reprodução/ TV Asa Branca)Guardas realizarão assembleia para definir
possível greve. (Foto: Reprodução/ TV Asa Branca)
Em Santa Cruz do Capibaribe, no Agreste pernambucano, os guardas municipais reividicam melhorias nas condições de traballho e o pagamento de diferenças referentes ao 13º salário de 2013. A categoria realizou uma paralisação de advertência na última quarta-feira (12), que acabou na manhã desta quinta-feira (13).
Outro problema apresentado pelos profissionais é sobre a estrutura de trabalho em um trailer que fica no Bairro São Cristovão, um dos locais com mais casos de homicídios registrados. Eles devem acompanhar policiais militares no veículo, mas quando os policias saem, os guardas ficam sem segurança. "Não temos colete, arma ou qualquer instrumento que nos dê segurança", comenta o guarda municipal Rodrigo Alves. Segundo Alves, por causa da insegurança, aproximadamente 16 guardas decidiram não ir para o trailer e com isso eles foram suspensos das atividades por 30 dias.
Uma assembleia irá definir o que será feito. "Até o momento nenhuma proposta foi apresentada. Vamos nos reunir ainda esta semana para decidir quando iremos iniciar a greve", disse Alves. O secretário municipal de Defesa Social, Fábio Aragão, explicou que irá analisar a pauta dos guardas. "Vamos conversar com a categoria. Estamos 'abertos' para conversar novamente e dentro das condições iremos atender as solicitações".
Ainda de acordo com o secretário municipal de Defesa Social, um relatório foi encaminhado à Secretaria de Administração do município para que seja analisado o caso da diferença do 13º salário pedida pelos servidores. Em relação ao trabalho dos guardas no trailer, o secretário informou que eles não têm ação de Polícia, mas tranbalham com abordagens aos usuários de drogas para tentar retirá-los das ruas e levá-los para centro de reabilitação.
Já sobre o afastamento dos guardas que se recusaram a trabalhar no trailer, Fábio Aragão disse que a prefeitura abriu um processo administrativo disciplinar apurar os fatos. Após essa apuração, o município decidirá se eles serão reintegrados à Guarda Municipal.

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