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sexta-feira, 21 de dezembro de 2012


PARANGABA 21/12/2012

Grupo armado invade Frotinha e faz refém

Objetivo dos criminosos era matar um dos pacientes, suspeito de homicídios. Na ação, uma arma foi roubada. Guarda foi feito refém. Ninguém foi preso
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FOTO: THIAGO PAIVA
Bandidos invadiram hospital para matar paciente acusado de homicídios. Um guarda municipal foi feito refém
Três homens armados invadiram o Hospital Distrital Maria José Barroso de Oliveira, o Frotinha da Parangaba, na madrugada de ontem, com o objetivo de assassinar um paciente que estava internado. Durante a invasão, um policial militar, um guarda municipal e funcionários foram rendidos. 

A ação não foi concretizada. Na fuga, o guarda foi levado como refém e liberado minutos depois. O revólver do PM que fazia a segurança do prédio foi roubado. O alvo do atentado, acusado de homicídio, foi transferido inicialmente para o Instituto Doutor José Frota (IJF) e, depois, para outro local, não divulgado pela Polícia.

Conforme o diretor administrativo e financeiro do hospital, Ielano Vasconcelos, a ação ocorreu por volta das 3 horas. Os suspeitos chegaram ao hospital em um carro particular alegando que faziam a transferência de um paciente e que traziam uma encomenda para um dos funcionários: uma caixa de papelão, onde estavam escondidas as armas do bando. Um dos acusados estaria vestindo uma farda de servidor da saúde. Ao estranhar a atitude do grupo, o porteiro teria pedido uma identificação do suposto funcionário, que reagiu puxando uma arma.

“Anunciaram que tinham vindo matar um paciente que estava internado e começaram a exigir que nós disséssemos em que leito ele estava. Fizeram o guarda municipal de refém, puxaram os cabelos de uma auxiliar de enfermagem, perguntando pelo paciente. Foi uma situação muito complicada”, relatou uma das vítimas, sem se identificar. De acordo com ela, fora do do hospital, comparsas aguardavam em outros três veículos e duas motocicletas, dando cobertura à ação.
 
Escolta inibiu ação

Temendo a troca de tiros enquanto era mantido refém, o guarda municipal revelou aos criminosos que o paciente procurado estava sendo mantido sob a escolta de dois policiais. Foi quando o grupo decidiu abortar a ação e fugir, levando o servidor. O guarda foi solto em seguida, sem a farda, no bairro João XXIII, de onde voltou ao hospital andando.

Após o crime, o paciente, identificado como João Vaz Sousa Neto, de 24 anos, foi transferido para o IJF e, posteriormente, para outra unidade. Ele havia dado entrada no Frotinha na última terça depois de levar quatro tiros. Segundo o capitão Arimatéia da Costa, da 7ª Companhia do 5º Batalhão da PM, João Vaz tem duas passagens por homicídio.

O diretor do Frotinha reclamou da falta de segurança no local. Segundo ele, a única preocupação deveria ser a de “salvar vidas”. “É um absurdo ter que aumentar os gastos do hospital com segurança. Não estamos aqui para fazer a segurança de ninguém.”

ENTENDA A NOTÍCIA

O grupo pretendia matar um dos pacientes que estava internado no hospital, identificado como João Vaz Sousa Neto. A ação não foi concretizada. Os acusados fugiram e não foram identificados.

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