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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Sindicato apresenta pauta de reivindicações dos servidores municipais

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Fotografada por Evandro Freitas
Ataíde diz que o Sindicato trabalha para defender o trabalhador (Foto: Evandro Freitas)

VOLTA REDONDA
Em assembleia realizada na semana passada, no Clube Umuarama, o Sindicato dos Funcionários Públicos do município (SFPM-VR) apresentou a pauta de reivindicações de 2016 aos servidores. O objetivo foi para que os trabalhadores presentes pudessem avaliar e acrescentar as reivindicações de suas categorias.  A direção do Sindicato preferiu ouvir cada funcionário e pediu que manifestassem sua opinião sobre as condições em seus locais de trabalho e assinalassem quais as maiores reivindicações de cada categoria.
Durante a reunião, o advogado do Sindicato, Victor Jácomo, fez um resumo dos principais problemas apontados pelos presentes à assembleia e pôde acrescentá-las a pauta para ser encaminhada ao governo municipal. Segundo funcionários da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) que atuam como agentes de endemias, a maior dificuldade é a falta de equipamentos de proteção, EPI’S e argumentaram que há uma grande preocupação com a saúde dos trabalhadores, devido ao manuseio de produtos químicos. Ressaltaram ainda que em virtude dos riscos eminentes a função deveriam receber o pagamento de insalubridade e periculosidade, reivindicação apresentada também pelos guardas municipais que chegam a trabalhar até 12 horas na rua.
O presidente do SFPMVR, Ataíde de Oliveira, também falou. Ressaltou que o departamento jurídico trabalha para defender o trabalhador e que o Chefe do Executivo se recusa atender as solicitações encaminhadas pela diretoria e essa atitude do prefeito, deixa claro que não há possibilidade de construir um caminho de negociações.  O sindicalista pediu que os servidores sejam unidos. “O prefeito é um só e nós somos muitos. Por isso, podemos sim ter nossas reivindicações atendidas pressionando a Administração Municipal  com a união de todo funcionalismo”, enfatizou, reafirmando seu compromisso com os trabalhadores nas lutas individuais e coletivas. Pediu ainda que o trabalhador sindicalize-se e usufrua dos convênios e parcerias que o Sindicato oferece aos associados, tentando minimizar as perdas e dificuldades do funcionário público.
A diretora do SFPMVR, Miracy Trindade, visitou o local de  trabalho dos agendes de endemias e constatou as informações. Os trabalhadores relataram a péssima situação em que se encontram os veículos, dificultando ainda mais a realização das visitas domiciliares e o trabalho na rua.
REIVINDICAÇÕES
Entre as reivindicações dos servidores estão reajuste salarial no importe de 18,28%, sendo o IPCA mais 7% de ganho real, aumento da cesta básica para R$ 160 mensais, retorno da ajuda financeira para os funcionários ou dependentes  que cursam  faculdade, restabelecimento  do pagamento do salário família, criação de novo plano de cargos, carreiras e salários e novo estatuto dos servidores, com participação do Sindicato. Além do fornecimento de diárias antecipadas aos motoristas em viagem e pagamento de horas extras em viagens, implantação das 30  horas para os técnicos e auxiliares de enfermagem ou cancelamento dos plantões complementares, como discutir problemas no atendimento médico e exames do FAPS, que vem sofrendo várias reclamações pela demora e falta de médicos, discussão quando aplicação da aposentadoria especial aos servidores públicos estatutários.
Constam ainda na pauta o pagamento de adicionais de insalubridade e periculosidade; disponibilidade Sindical, convocação dos aprovados nos concursos públicos, possibilidade de plano de saúde para os funcionários públicos e dependentes, discussão sobre o pagamento da Gratificação Social e cesta básica aos aprovados no processo seletivo dos agentes comunitários de saúde e endemia (Lei 5.121), pagamento da gratificação aos odontólogos na forma da (Lei 5.124) no valor de R$ 3.204.
Durante a reunião, os guardas municipais, motoristas, profissionais da educação, saúde, entre outros, aprovaram a pauta apresentada pela diretoria e votaram a favor de uma paralisação de 48 horas com a data ainda a ser definida e divulgada pelo Sindicato.  Segundo os servidores, se não forem atendidas as reivindicações, poderão deflagrar uma greve geral.  Funcionários concursados recém-contratados lembraram que nem assumiram as funções para as quais foram aprovados e já estão em desvio de função. Outro problema apontado foi com relação ao Faps, fundo que dava ao trabalhador o direito a consultas e exames e que atualmente não atendem , obrigando o departamento jurídico garantir alguns direitos em casos de doenças graves, mediante a propositura de ações judiciais.  

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