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terça-feira, 6 de maio de 2014

Guardas civis entram em greve por tempo indeterminado em Goiânia

Eles reivindicam melhores condições de trabalho e reajuste salarial.
Corporação afirma que vai priorizar a segurança em unidades de saúde.

Do G1 GO, com informações da TV Anhanguera
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Guarda Civil Metropolitana entra em greve em Goiânia, Goiás (Foto: Fábio Castro/ TV Anhanguera)Guardas protestam em frente ao quartel da Guarda Civil Metropolitana (Foto: Fábio Castro/ TV Anhanguera)
Integrantes da Guarda Civil Metropolitana (GCM) de Goiânia entraram em greve por tempo indeterminado nesta terça-feira (6). Durante a manhã, cerca de 150 agentes protestaram em frente à entrada do quartel, na Vila Aurora.
Os guardas são responsáveis por proteger prédios públicos e pela segurança urbana preventiva. De acordo com o presidente da Associação da Guarda Civil, Romário Policarpo, eles reivindicam um aumento salarial de 25 a 30 %, valor que teria sido acordado com a prefeitura no ano passado, mas que eles não receberam. Eles também querem melhores condições de trabalho.

O assessor da GCM, Luiz Galvão, informou que a maioria dos funcionários foi trabalhar nesta terça-feira e que a área administrativa está operando normalmente. “Acredito que apenas 10% do efetivo está parado. De toda forma, a segurança das unidades de saúde é a nossa prioridade”, disse. Entretanto, para Policarpo, 67% dos guardas que estavam escalados para trabalhar nesta terça-feira aderiram ao movimento e pararam as atividades.
A Guarda Civil Metropolitana alega que não foi informada sobre a paralisação, no entanto, os grevistas afirmam que notificaram a prefeitura. Atualmente, a GCM conta com cerca de 1,5 mil integrantes, segundo a assessoria da corporação. Conforme a exigência legal, 30% do efetivo continua trabalhando.
Segundo a GCM, as reivindicações dos trabalhadores já estão sendo atendidas, mas alega que as exigências precisam de prazo para serem cumpridas. “Eles pediram o fardamento, mas as roupas já estão sendo confeccionadas. Em relação ao curso de armamento e tiro, nós já conseguimos vagas para três turmas a partir de junho. Quanto ao reajuste, já tinha sido conversado que, se não recebêssemos este mês, o retroativo seria pago no próximo mês”, explicou Luiz Galvão.
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