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quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Denúncia de agressão de guardas municipais é investigada em Londrina

Rapaz alega que foi agredido por guardas ao sair do trabalho, em Londrina.
Envolvidos foram afastados; investigação e inquérito policial foram abertos.


A Secretaria Municipal de Defesa Social deLondrina, no norte do Paraná, investiga uma denúncia de que guardas municipais teriam agredido um rapaz de 20 anos. Durante sessão na Câmara Municipal nesta quinta-feira (29), os vereadores cobraram explicações sobre o caso do Secretário Municipal de Defesa Social, coronel Rubens Guimarães, que compareceu ao local.
O jovem foi até uma delegacia da cidade, na terça-feira (27), e abriu um Boletim de Ocorrência, relatando o caso. Ele contou que estava em um ponto de ônibus quando os guardas pararam o carro e desceram já o agredindo. Segundo a polícia, o denunciante apresentava algumas lesões na boca e alegava dores na cabeça. Um inquérito policial foi aberto. Além disso, a Corregedoria da Guarda Municipal já abriu uma investigação e os três guardas foram afastados.

O secretário informou que as investigações já começaram. Estão sendo ouvidos os guardas municipais, a vítima e as testemunhas. “Tem que abrir uma investigação, isso vai transformar em sindicância e se transformar em outro processo, que possa resultar em uma exoneração. Isso leva aproximadamente 90 dias”, explicou. Atualmente, 50 casos de abusos cometidos por guardas estão sendo investigados pela Guarda Municipal.
Segundo o rapaz, ele saia do trabalho quando foi abordado pelos guardas. Ele conta ainda que foi colocado na viatura e circulou com os guardas por 40 minutos. Em uma farmácia, segundo o jovem, eles compraram curativos e fizeram a limpeza do sangue na roupa do rapaz. Além disso, a suposta vítima diz que sofreu diversas ameaças durante o percurso.
Guimarães avaliou que é preciso mais agilidade para punir esse tipo de comportamento. Para isso, deve ser apresentada uma proposta para que a Câmara faça mudanças na lei, mudando algumas questões burocráticas no caso de investigações. “Tudo o que se demora para punir, na verdade acaba perdendo o efeito educativo. Não tem só o efeito punitivo, mas o efeito educativo. E tem algumas ações que precisam ser punidas com rapidez para servir de exemplo para os demais”, disse o secretário.

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