quinta-feira, 18 de julho de 2013
6/07/2013 08h24
- Atualizado em
16/07/2013 09h35
Presidente disse atender somente dois itens das reivindicações.
Manifestantes que estão acampados no saguão da Câmara Municipal de São José do Rio Preto
(SP) desde quinta-feira (11) se desentenderam durante a madrugada desta
terça-feira (16) com os guardas municipais que fazem a segurança do
prédio. Houve bate-boca, mas a situação foi controlada. O motivo da
discussão não foi divulgado.
Nesta segunda-feira (15) os integrantes do grupo decidiram continuar no local depois que o presidente da casa, Paulo Pauléra, informou que vai atender apenas duas das reivindicações propostas por eles.
Pauléra não aceitou o pedido dos manifestantes para usar o plenário para a realização de assembléias e reuniões, nem o segundo andar do prédio como dormitório.
Os manifestantes, que estão há seis dias no local, disseram que vão continuar acampando por tempo indeterminado.
Manifestantes colocaram cartazes em frente à Câmara de Rio Preto (Foto: Reprodução / TV Tem)
Grupo entra em conflito com guardas municipais na Câmara de Rio Preto
Presidente disse atender somente dois itens das reivindicações.
Grupo decidiu continuar no saguão por tempo indeterminado.
Do G1 Rio Preto e Araçatuba
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Nesta segunda-feira (15) os integrantes do grupo decidiram continuar no local depois que o presidente da casa, Paulo Pauléra, informou que vai atender apenas duas das reivindicações propostas por eles.
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Entre as medidas aceitas por Pauléra estão a revisão do fim do recesso
parlamentar de julho e uma maior colaboração dos vereadores junto ao
prefeito na questão da falta de creches para os moradores da cidade.Pauléra não aceitou o pedido dos manifestantes para usar o plenário para a realização de assembléias e reuniões, nem o segundo andar do prédio como dormitório.
Os manifestantes, que estão há seis dias no local, disseram que vão continuar acampando por tempo indeterminado.
Guardas municipais de Fortaleza decretam estado de greve
Guardas municipais de Fortaleza decretam estado de greve
Redação Web | 18h21 | 17.07.2013
Paralisações terão início a partir do dia 30, caso categoria e Prefeitura não cheguem a um acordo
Reivindicações dos agentes estão sendo avaliada pela Sepog. Foto: Waleska Santiago
"O valor já é pago pela Prefeitura em forma de hora extra desde a gestão passada. A diferença é que estamos pedindo para ser incluído no contracheque", defendeu o diretor do Sindiguardas, Ailton Honoroto de Lima.
Os agentes solicitam também mudança dos guardas de nível médio, para nível técnico e a concessão das promoções de servidores. “Com essa mudança os guardas terão outras oportunidades de terem outros empregos. Com a mudança vai ser possível fazer outro concurso (estadual, federal) e poder assumir, se os horários forem compatíveis” ressaltou o presidente do Sindiguardas, Márcio Cruz.
Os guardas municipais não devem realizar paralizações até o dia 30, segundo Honoroto de Lima. Porém, ele afirma que caso o resultado da reunião com a Prefeitura não seja satisfatório para a maioria dos agentes, as paralisações pontuais terão início a partir da mesma data.